Posts de ‘Alex’
Google Wave – a onda que não pegou
Tags:aplicações web, Chrome, google wave, internet, problemas
Hoje na hora do almoço conversamos a respeito da morte do Google Wave. Como uma coisa que era prometida como a próxima grande revolução da internet pôde dar tão errado? Há uma gama razoável de recursos úteis (aliás, este artigo, como outros do blog, foi escrito usando o Wave como editor), uma empresa forte por trás e um grande potencial de expansão. Por que, então, ficou tão abaixo mesmo da pior das expectativas?
JSONP e o “Ajax Crossdomain”
Os serviços para intercâmbio de dados entre aplicações via protocolo http alcançaram algum nível de maturidade nesses últimos anos. Hoje, já sabemos como disponibilizar serviços via web, já existem abordagens que funcionam, outras vão sendo experimentadas. O fato é que existem diversas APIs disponíveis na web para atender as mais variadas necessidades: Agenda, mapas, autenticação de usuários, integração com redes sociais, enfim. Serviços públicos, serviços pagos, serviços com mais de um plano de licensiamento para atender mais de um tipo de consumidor. Hoje qualquer um pode criar sua api e colocar na web e ganhar (se quiser) seu dinheirinho com aquilo.
Em meio às tecnologias para troca de dados e comunicação entre aplicações pela web como REST, SOAP, WSDL etc, se destacam também as APIs que fornecem dados com simples requisições http diretamente do site via browser, sem a necessidade de processamento do lado do servidor pelo cliente do serviço. Para esses casos temos o JSONP como uma alternativa “bem em conta” para resolver problemas conhecidos. O objetivo desse post é dar uma introdução do que é e como usar o JSONP.
Torne seu site acessível para cegos
Tags:acessibilidade, html, javascript, microformat, xhtml
Antes de começar preciso dar uma explicação: por que dizemos “cegos” e não “deficientes visuais”, como manda o politicamente correto? Este texto tratará de sites para pessoas totalmente desprovidas de visão ou que estejam num nível comprometido demais desse sentido para usar a internet da forma convencional.
A palavra “Deficiente visual” é abrangente demais – podemos falar de daltônicos, míopes (que é meu caso, por exemplo), hipermétropes, fotofóbicos e etc, e não é objetivo falar sobre tudo isso nesse artigo. Logo, acho que usar a palavra “cego” (que não vejo por onde possa ser ofensiva) define muito bem o tipo de usuário com o qual estamos preocupados.
Por que essa preocupação? Veja bem, isso não é “bondade”, diria até que está mais para uma obrigação. Além, é claro, de permitir igual acesso ao máximo de pessoas possível, lembre-se que é mais um recurso que pode aumentar o número de usuários e, por consequência, fideliza-los. mais…
Webmonster: Todo carnaval tem seu fim
Tags:carnaval, folga, quadrinhos, Webmonster
Webmonster: A Night at the Opera
Tags:browser, opera, quadrinhos, Webmonster
O que perdemos com o IE6
Há pouco tempo o serviço federal de segurança da informação(BSI) alemão e a agência nacional de segurança de sistemas informação(SGDSN) francês publicaram notas, respectivamente aqui e aqui para que os usuarios de internet não utilizem mais o Internet explorer, o motivo dito por eles é uma falha de segurança que permite injetar código malicioso através de uma página web. Esses boletins publicados fizeram com que a Microsoft logo disponibilizasse um service pack para a correção do problema.
jQuery 1.4 o que há de novo
Gostaria de demonstrar aqui meu entusiasmo em relação a recém lançada versão do jQuery.
A versão 1.4, lançada no dia 14 de Janeiro traz muitas novidades interessantes, além de aperfeiçoamentos que ainda precisavam ser feitos. Uma boa melhorada na performance dos scripts fazem essa versão ainda mais competitiva nos aspectos em que perdia para outros grandes frameworks do mercado (ver comparativo de performance entre os frameroks js) aqui ou aqui.
Aumente sua velocidade e qualidade de desenvolvimento com CSS Frameworks: Acredite, eles podem ajudar.
No dia-a-dia do desenvolvimento, muito se ouve falar em “frameworks” e geralmente quando essa palavra é mencionada, estamos falando de um pacote de classes, implementadas em alguma linguagem, utilizando design-patterns, tirando o máximo proveito da performance que a linguagem em questão tem a oferecer e solucionando a maioria dos problemas comuns no desenvolvimento de sistemas. Há casos que os frameworks dão um suporte maior ainda, oferecendo melhor integração entre ambientes, soluções para infra-estrutura da aplicação e até mesmo scripts que geram algum código útil para adiantar o trabalho do desenvolvedor.
Talvez pelo termo “Framework” estar tão associado à idéia de facilitar o desenvolvimento “back-end” do sistema, que a primeira vista podemos encarar um “Framework CSS” como alguma coisa que vai processar folhas de estilo do lado do servidor, que vai gerar CSS dinamicamente ou algo do tipo.
Se você (assim como eu), também teve essa percepção sobre o assunto antes de explorá-lo, pode ter ficado com uma impressão ruim a respeito dos frameworks CSS.




