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	<title>A fronteira final &#187; Vespa</title>
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	<description>Audaciosamente indo onde nenhum dev jamais esteve</description>
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		<title>O real valor da validação HTML</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 17:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>

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		<description><![CDATA[Hey! Não é comum usar o blog para isso, mas neste caso achei que valia muito a pena abrir uma exceção. Há muito pensei em escrever a respeito de validação HTML, prós e contras, mas acabei deixando de lado por falta de tempo para pesquisar mais a fundo e acabei esquecendo do assunto. Contudo, hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey!</p>
<p>Não é comum usar o blog para isso, mas neste caso achei que valia muito a pena abrir uma exceção.</p>
<p>Há muito pensei em escrever a respeito de validação HTML, prós e contras, mas acabei deixando de lado por falta de tempo para pesquisar mais a fundo e acabei esquecendo do assunto.</p>
<p>Contudo, hoje me passaram no twitter um excelente artigo intitulado &#8220;<a href="http://www.nczonline.net/blog/2010/08/17/the-value-of-html-validation/" target="_self">The value of HTML validation</a>&#8220;, escrito por<a href="http://twitter.com/slicknet" target="_blank"> Nicholas C. Zakas</a> falando de tudo que eu gostaria de escrever e indo muito além.</p>
<p>Fica a recomendação. <img src='http://afronteirafinal.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Google Wave &#8211; a onda que não pegou</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje na hora do almoço conversamos a respeito da morte do Google Wave. Como uma coisa que era prometida como a próxima grande revolução da internet pôde dar tão errado? Há uma gama razoável de recursos úteis (aliás, este artigo, como outros do blog, foi escrito usando o Wave como editor), uma empresa forte por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje na hora do almoço conversamos a respeito da morte do Google Wave. Como uma coisa que era prometida como a próxima grande revolução da internet pôde dar tão errado? Há uma gama razoável de recursos úteis (aliás, este artigo, como outros do blog, foi escrito usando o Wave como editor), uma empresa forte por trás e um grande potencial de expansão. Por que, então, ficou tão abaixo mesmo da pior das expectativas?</p>
<p><span id="more-402"></span>Os pontos que surgiram na conversa foram os seguintes:</p>
<h2>Falta de foco:</h2>
<p>Acreditamos que este seja o principal problema. Em nenhum momento falou-se claramente &#8220;isso serve pra aquilo&#8221; &#8211; só se falou que era um milhão de possibilidades, que as pessoas iam ter orgasmos com os recursos mágicos, só que&#8230; Não se falou como. Os exemplos apresentados do que fazer com a ferramenta foram pífios e, até onde eu sei, ninguém fez algo que fosse digno de nota usando o Wave.</p>
<h2>Interface diferente &#8220;Pero no mucho&#8221;:</h2>
<p>A idéia vendida foi de uma interface revolucionária. A estrutura ousa muito pouco (repare que a diagramação e distribuição, exceto pela caixa de texto, é quase a do Gmail) e, no pouco que ousou, ficou confuso e sem atrativos &#8211; caso do box de texto, que tem um monte de recursos mas nenhum exatamente novo.</p>
<p>Por exemplo pra que diabo fazer uma enquete se pode-se usar um Spreadsheet com o próprio Google Docs com mais recursos e sem todo o ruído visual do Wave ao redor?</p>
<h2>Excesso de expectativa</h2>
<p>Criou-se muita expectativa de revolução para uma ferramenta que foi lançada inacabada. Mesmo que tivesse uma proposta inovadora, a chance de causar uma boa impressão foi totalmente perdida &#8211; muitos usuários não dão segundas chances para ferramentas, especialmente se vierem a se sentir &#8220;burros&#8221; ao usar.</p>
<p>Alguém lembra do vídeo de uma hora e tra-la-lá apresentando o produto e das pessoas em extase assistindo à demonstração? Até a risada gravada do chaves parecia mais sinceras que aquilo.</p>
<h2>Ferramentas tardias</h2>
<p>Vários recursos desejáveis relacionados à usabilidade só surgiram muito depois do lançamento, como uma forma de aviso sobre novos waves ou a possibilidade de excluir-se de uma lista Wave (embora implementado é MUITO ruim a navegação e são vários cliques até conseguir).</p>
<p>Tudo bem que melhorias podem sempre ser feitas posteriormente, mas creio que a idéia deles que as pessoas querem ficar conectadas às outras para sempre em tudo que for compartilhável é bem errada &#8211; até porque, se verdade fosse, divórcio não existiria.</p>
<h2>O Wave não é uma onda, é uma ilha</h2>
<p>Na ânsia de tentar ser a nova ferramenta de comunicação da internet, rede social, messenger, email e chat tudo ao mesmo tempo, não foi criada forma alguma de interface com outras ferramentas já existentes. Sequer um RSS.</p>
<p>Entendemos que, de forma até prepotente, o Google tentou apresentar um novo paradigma e romper com todos os antigos &#8211; mas foi inocência demais acreditar que pessoas largariam ferramentas que usam há anos e começassem a focar tudo no Wave, e que elas não quereriam integração com mais nada. Por que não uma possibilidade de conectar algo ao Facebook? Por que, no começo, sequer com o próprio Gmail tinha conexão? Já foram adquiridos muitos hábitos nos últimos 15 anos, e uma cultura deste tipo não é jogada para o alto de uma hora pra outra.</p>
<p>Para saber da dificuldade de mudar um hábito é só pensar quanto tempo demorou pro e-mail substituir o fax. Para algumas empresas, aliás, isso ainda é uma realidade.</p>
<h2>Documentação ruim / falta de incentivo aos desenvolvedores</h2>
<p>Por conta talvez da já citada falta de foco, a documentação voltada a desenvolvedores (que poderiam ter sido umas das fontes de salvação) foi escrita de maneira péssima, tornando a possibilidade de que boas idéias vindas da comunidade minguasse muito.</p>
<p>Poucos heróis aventuraram-se a fazer algo para o Wave, mas a maioria resolveu esperar para ver no que dava antes de perder precioso tempo estudando algo que pudesse dar em água. E deu.</p>
<h2>Entrada por convite</h2>
<p>Outra coisa que frustrou pessoas: se você já tem Gmail, conta no Orkut, conta no Picasa, Gtalk e etc, por que cargas d&#8217;água precisa ser convidado para usar uma ferramenta que, em tese, já é parte das suas aplicações/contas Google? Convites são feitos para coisas que são extremamente desejáveis e, se feitos ao acaso, gera uma expectativa de &#8220;é bom valer a pena&#8221;. Dá sensação de pagar pra entrar num clube privado e descobrir lá dentro que é só um boteco comum.</p>
<h2>Tudo que se propôs a resolver já tinha solução</h2>
<p>Concordo, muita coisa até pode ser melhor solucionado no Wave, caso por exemplo da função de edição conjunta e compartilhamento de documentos. Mas&#8230; As pessoas já faziam isso no Google Docs há anos. E já eram familiares à estrutura &#8220;word-like&#8221; lá utilizada, afinal, todos já estão bem adestrados desde o win 3.11 a usar aquela estrutura. Não importa o quão mais simples seja a interface, para aquele tipo de solução de editor será, sempre, muito difícil propor algo novo.</p>
<h2>Integração demais = lentidão</h2>
<p>As possibilidade de juntar tudo e todos é tão grande que por vezes é insustentável manter um wave por muito tempo. Tantos são os aplicativos, replys, icones de participantes, referências internas, referências externas, etc, que só com muita memória RAM você consegue usar o Wave de forma decente.</p>
<h2>Puxando a Sardinha para o Chrome</h2>
<p>O Google pedia descaradamente para você usar o Wave no Chrome. Sim, é mais do que verdade que o Chrome é um tremendo de um browser, com o melhor &#8220;motor&#8221; para interpretação de Javascript feito até então, não só o Wave, mas tudo que usa Ajax como base para interface web.</p>
<p>O caso é que o usuário não sabe disso. Se o site está lento, para o usuário a culpa não será do IE6, será do site. Mesmo no Firefox, que é um browser bastante decente, fica insuportável de lento, forçando a usar o Chrome.</p>
<p>Não importa o quão verdadeiro é o fato de que o Chrome lida melhor com Javascript com os outros: a campanha/lavagem cerebral pelo browser da casa sempre vai deixar com aquele fundinho de que foi sabotagem nos outros navegadores (coisa que não foi MESMO). E como tem neurótico a rodo nessa terra, especialmente entre desenvolvedores (isso, aqueles mesmos que poderiam ter salvo aspectos da aplicação), é mais um motivo que afasta os potenciais usuários.</p>
<h2>O nome do produto não é &#8220;iWave&#8221;</h2>
<p>Se o google wave fosse produzido pela Apple ou fosse uma app para iPhone, os geeks <span style="text-decoration: line-through;">moderninhos</span> certamente ajudariam a vendê-lo como uma idéia de outro mundo.</p>
<p>Falando mais sério, essa foi outra falha na estratégia do Google: eles tentaram fazer algo que a Apple faz há anos, que é vender qualquer idéia como se fosse revolucionária (mesmo que seja só um iPod grandão com menos recursos que o original).</p>
<p>O lance é que a Apple assume essa postura e o risco do produto não dar certo. Eles perdem com o que não da certo, mas é um risco menor: a Apple conhece bem seu público e já percebeu qual é a forma que eles tendem a agir, então raramente dá uma bola fora (e quando dá sabe exatamente o que falar para o público continuar sentindo-se querido e feliz com o status de ser um possuidor de um produto deles).</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>De megalomania aos problemas de projeto, é realmente uma pena ver uma ferramenta morrer deste jeito, sem chegar a atingir todo seu potencial. Engraçado, pois uma das coisas que comentamos durante o papo é que, depois de algumas experiências, ela era um bom lugar para juntar material de pesquisa e pequenos Brainstorms (com direito até a descobrir nesse exato momento que há um novo recurso voltado para mind map,  que sempre foi um recurso do qual sentimos muita falta).</p>
<p>Quando finalmente achamos o que fazer com a ferramenta o Google decide enterra-la.</p>
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		<title>SEO Sem Crise – Parte 4 – Relevância por links</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-%e2%80%93-parte-4-%e2%80%93-relevancia-por-links/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[Relevância link]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Só pra recapitular: Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre o que é SEO. Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as Meta Keywords . No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com Meta Description e o motivo de te-la bem feita. Nesta parte, a última desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra recapitular:</p>
<p>Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre <a title="O que é SEO?" href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank">o que é SEO</a>.</p>
<p>Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/" target="_blank">Meta Keywords</a> .</p>
<p>No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/" target="_blank">Meta Description</a> e o motivo de te-la bem feita.</p>
<p>Nesta parte, a última desta sequência, vou explicar como pode-se &#8220;pegar carona&#8221; na relevância de outros sites através de links.</p>
<h2>Aumentando a relevância por links</h2>
<p>Daí o cidadão vai lá e pergunta como fazer o texto dele &#8220;subir no <a href="http://google.com" target="_blank">Google</a>&#8221; e, alguém com um pouco mais de manha, sugere para selecionar as palavras chaves e nomes e linkar para sites externos. O cidadão olha torto e solta os cães, dizendo coisas como &#8220;que absurdo, colocar links para sites externos, isso vai tirar os leitores do nosso site e mimimi mimimim mimimim mimimim mimimimimi&#8221;.</p>
<p><span id="more-381"></span></p>
<p>Sim, eu já ouvi isso&#8230;</p>
<p>Em primeiro lugar, ponto de vista humano: as pessoas vão dar é muito mais valor para os textos do site pelo simples fato que a informação oferecida é mais completa &#8211; e se o site não tem em si mesmo a informação, o autor aponta, sem medo, pra algum outro que a tenha.</p>
<p>Segundo lugar, ponto de vista dos Search Engines: nossos camaradas buscadores aumentarão a sua importância em muito pelo mesmíssimo motivo citado no primeiro lugar. A lógica é: quanto mais referência para outras páginas/sites com assuntos relacionados, maior a chance do usuário encontrar um conteúdo satisfatório. Levando em conta que os buscadores tem os dados de relevância das páginas que você referenciou de seu texto, quanto maior a qualidade do link dado maior será a relevância emprestada para o seu texto. Entedeu?</p>
<p>Vamos a um exemplo prático que o <a href="http://twitter.com/alxpborges" target="_self">Alex Borges </a>me indicou: se voce digitar &#8220;Restaurante Italiano&#8221; no Google hoje, 4 de agosto de 2010, o primeiro resultado será <a href="http://www.emsampa.com.br/r_11.htm" target="_blank">http://www.emsampa.com.br/r_11.htm</a>.</p>
<p>Pelas regras básicas que o SEO sugere, veremos de cara 3 erros graves:</p>
<ul>
<li><strong>Erro 1</strong> : URL com link bizarro, que não quer dizer absolutamente nada, ao invés de uma url amigável;</li>
<li><strong>Erro 2</strong>:  Código &#8220;sujo&#8221; e confuso, inteiro feito em tabela, provavelmente feito com editor visual mal-configurado;</li>
<li><strong>Erro 3:</strong> Número de meta keywords muito alto.</li>
</ul>
<p>&#8230; E por aí vai.  Tem mais erros, mas estes já deveriam ser suficientes pra mandar o link lá pra nona página &#8211; mas isso não acontece, ele está em primeiro. Como? Sequer as palavras &#8220;Restaurante&#8221; e &#8220;Italiano&#8221; é repetida muitas vezes, qual o segredo pra justo este link estar no topo?</p>
<p>O motivo mais provável é que, pelo fato desta página ter um índice imenso de links para diversos sites de restaurantes italianos, possivelmente com a grande maioria com um pagerank razoável, isso é o suficiente para que o buscador acredite que é uma fonte confiável para a referência &#8220;restaurante italiano&#8221;.</p>
<p>Em outros casos você poderia, por exemplo, citar uma empresa e linkar diretamente para o site dela &#8211; especialmente se o site em questão vier em primeiro no resultado. Em geral, se o site-referência for muito ruim ou inexistente, você ainda pode apelar para a Wikipedia, que é sempre uma ótima saída para este fim.</p>
<p>Bom, acredito que seguindo estes passo, já é possível melhorar e muito a relação com os buscadores. Obvio que é mais extenso que isso e, por conta das regras mudarem todo dia, dá pra pirar muito mais dentro deste assunto.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO">SEO na Wikipedia</a> &#8211; história, teoria e mais algumas regras básicas.</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/" target="_blank">Blog oficial do Google</a> &#8211; melhor referência de todas para aprofundar-se no assunto. Se qualquer regra muda, se há alguma boa prática a ser seguida, certamente sairá aqui.</p>
<p><a href="https://www.google.com/webmasters/tools/" target="_blank">Google Webmaster Tools</a> &#8211; Ferramentas para verificar qualidade de conteúdo do ponto de vista do buscador, diagnósticos de meta tags redundantes, etc.</p>
<p><a href="https://siteexplorer.search.yahoo.com/" target="_self">Yahoo Site Explorer</a> &#8211; mesma pegada do link anterior, mas nas regras do Yahoo.</p>
<p><a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> &#8211; Mas e aí, as pessoas procuram mais pela palavra &#8220;Carro&#8221; ou por &#8220;Automóvel&#8221;? Qual delas trará mais acessos? O Google Trends te ajuda com isso.</p>
<p><a href="http://www.mestreseo.com.br/artigos-seo" target="_blank">Artigos Mestre SEO </a>- particularmente eu não gosto muito deste site, por vezes tenho a impressão que muito do material é só reescrito de tempos em tempos com palavras diferentes, tornando-o um pouco redundante &#8211; mas eu sou chato pra cacete com algumas coisas, então pode ser só cisma minha. De qualquer forma, mesmo com o porém que eu falei, tem bastante coisa legal e vale a consulta para tirar dúvidas.</p>
<p>E este é o final desta série, senhoras, senhores e crianças. Quem quiser debater o assunto pode entrar em contato comigo pelo próprio blog ou pelo <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Até!</p>
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		<title>SEO Sem Crise &#8211; Parte 3 &#8211; Meta Description</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Como escrever uma meta description adequada, qual o tamanho ideal e como isso melhora o SEO da página]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando ao assunto de SEO, depois de um loooongo tempo&#8230;</p>
<p>Vamos falar um pouquinho mais de meta-tags, mais especificamente da meta description.</p>
<h2>Meta Description</h2>
<p>O nome é auto-explicativo: é uma descrição do texto que segue, enfatizando os principais pontos. Deve ser o mais resumido possível afim de evitar penalização (algo em torno de 150 caracteres) e deve ir, como as outras metas, dentro da tag head.<span id="more-373"></span></p>
<pre class="brush: php">&lt;meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Um bom exemplo de meta descrição resume bem o conteúdo do texto, enfatizando os principais tópicos&quot; /&gt;</pre>
</pre>
<p>Três pontos a frisar:</p>
<p>1) Muita gente usa como texto de descrição os primeiros X caracteres ou mesmo o primeiro parágrafo inteiro do texto no body. Isso NÃO é legal pois corre-se risco de ser penalizado pelo buscador - como disse no texto anterior sobre <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/">Keywords</a>, buscadores não gostam de "ecos" dentro da página, lembram?</p>
<p>2) Assim como as Keywords, não use descrições repetidas em todas as páginas. Novamente, se não for possível criar as descrições de forma individual, prefira não usar nenhuma deixando toda a relevância por conta do texto contido no body (afinal, também como nas Keywords, uma description redundante ou que tenha qualquer espécie de conflito de informação com o texto pode vir a trazer muito mais prejuízo do que ajuda).</p>
<p>3) Oriente os responsáveis pelos textos a escrever esta síntese "com amor". Quando a description existe na página, o buscador a usará para gerar o resultado de busca - ou seja, podemos dizer que ela tornar-se-á o cartão de visitas do texto e, quanto melhor escrito/resumido, mais convidativo ao clique será ao nosso amigo usuário.</p>
<h2>Mas e aí, quão importante é isso?</h2>
<p>Depende do ponto de vista. Como dito em outros textos, tudo o que mais importa para os buscadores hoje em dia encontra-se no BODY do texto, e os demais requisitos até servem pra incrementar (urls amigáveis, microformatos, meta-tags, robots.txt, etc) mas, de um modo geral, é a qualidade da sua informação que fará a diferença.</p>
<p>O próximo texto e último dessa série (o que não quer dizer que eu não vá voltar ao assunto) falarei um pouco a respeito do que é essa qualidade de informação, e como qualidade pode ser "emprestada" ou repassada.</p>
<p>Até!</p>
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		<title>Webmonster: O Senhor dos Requests</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 02:37:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster8.png"></a><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster81.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="webmonster8" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster81.png" alt="" width="595" height="711" /></a></p>
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		<title>Webmonster: Youtube</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 03:32:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster7.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="webmonster7" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster7.png" alt="Webmonster e o youtube" width="590" height="711" /></a></p>
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		<title>Seo sem crise parte 2 &#8211; Meta tags: Keywords</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto anterior sobre SEO, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords. Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento: &#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre meta tags?&#8221; Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o texto anterior<a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank"> sobre SEO</a>, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords.</p>
<p>Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento:</p>
<p>&#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre <strong>meta tags</strong>?&#8221;</p>
<p>Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, mas tem que saber como funcionam e para que servem pois pode existir um campo específico para isso no seu publicador.</p>
<p>Existem algumas dúzias de meta tags que se pode usar no código mas, uma vez que a proposta é não sair do básico do SEO, vamos falar somente das mais importantes nessa série de textos. Aliás, vamos falar uma coisa que pouca gente aborda em textos sobre SEO: em geral as pessoas dão enfase à aplicação, enquanto aqui pretendo falar o real porquê  de usa-las de forma x ou y.<br />
<span id="more-263"></span></p>
<h2>Palavras Chave &#8211; Keyword</h2>
<p>As <strong>keywords </strong>são declaradas no topo das páginas e servem basicamente para enfatizar para nossos amigos buscadores sobre o que estamos falando no nosso texto. Há muitos e muitos anos, quando as estrelas eram jovens e Yahoo e Cadê já eram antigos, elas foram o principal campo de consulta dos robots de pesquisa. No código aparecem similar a isto aqui, dentro das tag de head:</p>
<pre class="brush: html">

&lt;meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;festa,sandices,quadrinhos&quot; /&gt;
</pre>
<p>A relevância das palavras chave não é mais tão importante quanto já foi por causa dos espertinhos da Web: o camarada ia lá nas keywords dele e lançava &#8220;<a href="http://contigo.abril.com.br/busca/resp_busca4.shtml?qu=sabrina+sato&amp;search-submit=Ok" target="_blank">Sabrina Sato</a> pelada, putaria, bunda&#8221;.  Daí o buscador ia lá todo feliz fazer a classificação e entregava o resultado pro usuário e, este último, frustrado, descobria que o texto era sobre coleções de selos do século 20 ao invés da referida moça desnuda.  Quem perdia credibilidade nessa história? O buscador, é claro.</p>
<h2>Mas aí? Vale a pena usar?</h2>
<p>Mas mesmo com essa falta de crédito, o uso bem feito de keywords pode ajudar um pouco na relevância da sua página. Tenha em mente que as palavras usadas nas keywords devem estar contidas no texto, se possível mais de uma vez ou, se não for o caso, ser um sinônimo ou estar estritamente correlacionada ao assunto em questão. Mesmo que você monte um set de palavras que pareçam favorecer o texto, tenha em mente que a má escolha delas pode detonar o seu posicionamento no buscador &#8211; logo, se não tiver certeza que aquelas são as melhores escolhas, <strong>PREFIRA NÃO USAR NENHUMA KEYWORD</strong>. Keywords que não tenham nenhuma ou que tenham pouca conexão com o texto prejudicam ao invés de ajudar.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> você escreveu um texto sobre <strong>sorvete de jaca </strong>e em algum momento disse &#8220;seria legal que a Kibon lançasse o sorvete de jaca&#8221;.  &#8220;<strong>Sorvete</strong>&#8221; e &#8220;<strong>jaca</strong>&#8221; seriam palavras importantes como keyword, já <strong>Kibon</strong>, sendo citado uma única vez no texto e sem nenhuma informação relevante além da menção,  se usada como palavra chave seria a âncora que afundaria tua página por posições e mais posições &#8211; afinal, você disse pro buscador que seu texto era relevante sobre isso, ele acreditou, e te classificou na seção &#8220;textos relevantes da kibon&#8221; e não no &#8220;textos relevantes sobre sorvete de jaca&#8221;, que era seu assunto principal.</p>
<h2>Reciclagem de keywords pode?</h2>
<p>&#8220;-Entendi, <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">tio Vespa</a>. Posso então escolher as mesmas 5 keywords fodonas e pô-las em todo meu sáite?&#8221;</p>
<p>NÃO!<strong> Keywords repetidas em várias páginas é como dizer que todo seu site é uma imensa redundância</strong>, mesmo que isso não seja verdade. Se o site não tem uma forma rápida de &#8220;taguear&#8221; todas as páginas, use a regra do não usar nada ou aplique palavras chave apenas no que for conteúdo novo. Você pode usar a mesma palavra várias vezes, mas nunca no mesmo conjunto. Se numa pagina você usou &#8220;água, fogo, terra&#8221; na próxima poderia usar &#8220;água, fogo, ar&#8221; que não teria problema &#8211; mas nunca &#8220;água, fogo, terra&#8221; pra duas ou mais.</p>
<p>Outro ponto importante é a quantidade de keywords usadas, evite usar mais do que 5. Muitas keywords poluem o código e caem na regra que citei no texto anterior, &#8220;se todo mundo é especial então ninguém é especial&#8221;, mandando a relevância pro brejo.</p>
<p>Alguns sistemas, em especial blogs, tem aproveitado a capacidade de gerar tags dos publicadores para reaproveitar o tagueamento nas Keywords. Já vi gente que defende que essa reciclagem não é boa &#8211; buscadores são entidades ariscas e não gostam de redundância, ainda mais se for na mesma página. Eu discordo disso por um fato muito simples: keywords são palavras texto, simples, separados por vírgula, enquanto as tags são as mesmas palavras mas com um fatorzinho diferente: elas estão linkadas, logo não estão totalmente redundantes, estão complementando informação já citada &#8211; então acredito que não seja algo realmente prejudicial, embora acredite que seja melhor variar um pouco a informação de uma e de outra por questão de aumentar abrangência.</p>
<p>Bom, creio que a respeito de Keywords é o que há de principal a se falar. No próximo episódio falaremos a respeito de meta description. Até!</p>
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		<title>Webmonster: a sala 8 tá livre às 2 horas?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 05:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[Webmonster]]></category>
		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster6.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-258" title="webmonster6" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster6.png" alt="Reunião pra fazer reunião. pode isso?" width="601" height="1056" /></a></p>
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		<title>SEO sem crise &#8211; Uma visão simples e rápida</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 16:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo escrevi um texto em meu blog pessoal Heresias.org um post com &#8220;10 dicas para o seu blog aumentar estrondosamente em acessos&#8220;, um texto bem humorado a respeito da fina arte do SEO (Search Engine Optmization) e sua capacidade para poluir a internet. O caso é que tudo que escrevi no texto, embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo escrevi um texto em meu blog pessoal <a href="http://heresias.org">Heresias.org</a> um post com &#8220;<a href="http://www.heresias.org/blog/?p=254" target="_blank">10 dicas para o seu blog aumentar estrondosamente em acessos</a>&#8220;, um texto bem humorado a respeito da fina arte do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_motores_de_busca" target="_blank">SEO (Search Engine Optmization)</a> e sua capacidade para poluir a internet.</p>
<p>O caso é que tudo que escrevi no texto, embora de forma escrachada, realmente é funcional na hora de montar  um texto relevante para os nossos amigos buscadores (em especial <a title="Google" href="http://google.com" target="_blank">Google</a>, <a title="Yahoo" href="http://yahoo.com" target="_blank">Yahoo </a>e <a title="Bing" href="http://bing.com" target="_blank">Bing</a>, que são nosso atuais ditadores de tendências na produção de textos web).</p>
<p>Enfim, o meu foco naquele texto em específico era realmente a produção do conteúdo e sobre como a forma de escrevê-lo influencia para chamar a atenção dos buscadores. Mas de que adianta isso sem uma formatação decente?</p>
<p><span id="more-233"></span></p>
<p>Meu objetivo nas próximas linhas é tentar explicar, da forma mais simples possível, técnicas básicas de SEO, de forma que sirva tanto de orientação rápida para desenvolvedores quanto para pessoas de foco editorial ou marketing. A priori, ater-me-ei apenas à formatação de texto, ignorando tags, meta-tags, url amigável e keywords (volto no assunto num próximo post).</p>
<h3>O Código HTML</h3>
<p>O HTML, como já mencionado em artigos anteriores, deve ser sempre, SEMPRE o mais simples e corretamente estruturado possível. O fato do texto não ter um bilhão de &#8220;style=&#8230;&#8221;, tags bizarras e código sujo já é um grande avanço na &#8220;achabilidade&#8221; da sua página. Grandes poluidores de código são os editores visuais, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_FrontPage" target="_blank">FrontPage</a>, <a href="http://www.adobe.com/br/products/dreamweaver/" target="_blank">Dreamweaver</a> (embora este, se usado corretamente, é uma ferramenta excelente para se trabalhar), <a href="http://www.adobe.com/products/golive/" target="_blank">goLive </a>e até os <a href="http://office.microsoft.com/pt-br/word/default.aspx" target="_blank">Microsoft Words</a> da vida.  Dê preferência aos editores de texto aos visuais.</p>
<p>Essa regra não vale obviamente para os modernos publicadores, como o próprio WordPress, por exemplo, que sozinho já gera um código limpo e relativamente organizado, mais comuns na vida de quem tem foco maior na parte editorial da brincadeira.</p>
<h3>Títulos, subtítilos, tópicos (H1, H2, H3)</h3>
<p>Tá, já sabemos que devemos fazer o código limpo&#8230; Mas como criar a hierarquia de títulos dentro dele? Sim, essa hierarquia influência nossos amigos buscadores. Usando de bom senso, identifique na sua página o que é mais importante e priorize &#8211; mas lembre-se, muitas vezes isso não tem absolutamente nada a ver com peso visual ou mesmo com a estrutura &#8220;lógica&#8221; do texto. Isso significa que, em muitos casos, um <a href="http://www.w3.org/TR/html401/struct/global.html#h-7.5.5" target="_blank">H1</a> deve ser atribuído à um subtítulo ao invés de ir para o título propriamente dito, como seria de se supor.</p>
<p>-&#8221;Mas tio <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">Vespa</a>, como posso saber quando fazer esta inversão?&#8221;</p>
<p>Muito simples: Quem concentra o maior número de palavras chaves (a.k.a. &#8220;buscáveis&#8221;) ? O título ou o subtítulo?</p>
<p>Quem tiver mais força merecerá a honra de ser o portador do H1. Para definir isso, questione-se sobre quais palavras digitaria para procurar sobre aquele assunto &#8211; as mais óbvias decidem a pendenga.</p>
<p>Um exemplo simples: Imagine que você está convertendo uma matéria de revista para texto html. A matéria chama-se &#8220;Friozinho bom&#8221; e fala sobre pousadas em <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/guia4rodas/cidade/campos-do-jordao/" target="_blank">Campos do Jordão</a>. Quando você quer procurar sobre pousadas em Campos do Jordão, você procura por &#8220;friozinho&#8221; no Google? É lógico que não, você vai digitar &#8220;Campos do Jordão Pousadas&#8221; &#8211; logo, o que você faz? Joga isso como subtítulo ou &#8220;chápeu&#8221; (aquele textinho menor que vai em cima do título em vários sites) e dá o H1 de presente para este texto, mesmo que o tal do &#8220;Friozinho bom&#8221; venha em fonte 55px e o &#8220;Pousadas em Campos do Jordão&#8221; em 11px.</p>
<p>Mas então por que não jogar o H1 no corpo do texto todo? Ou no textinho descritivo, o tal do olho da matéria?  Ou ainda, por que não fazer 20 títulos de tópicos com H1 numa mesma página? Bom, a resposta é bem simples: Citando <a href="http://www.imdb.com/title/tt0317705/" target="_blank">Os Incríveis</a>, &#8220;se todo mundo é especial, então ninguém é especial&#8221;.</p>
<p>Basicamente é assim: cada divisão da sua página é setorizada e priorizada de forma diferente quando o buscador a lê, e cada um desses ele expecta que terá uma determinada formatação. Então se você classifica algo com um título H1 ele realmente espera um texto que tenha o tamanho condizente com o número de palavras que um título conteria &#8211; caso contrário ele solta um &#8220;ahá! Alguém tomou um <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Malandrops" target="_blank">Malandrops</a> e tentou me passar a perna&#8221; e a posição da tua página vai pro espaço. Reserve H1 e H2 para as chamadas realmente importantes na página (lembrando que H1 é que nem mãe: só tem um por página).</p>
<p>O H2 pode também deve ser usado com parcimônia, mas pode repetir-se várias vezes pela página. H3 em diante, ao que me consta, tem peso relativamente indifirentes.</p>
<h3>Mas e o resto do texto?</h3>
<p>Bom, o resto do texto pode ser mantido nas boas e velhas DIVs ou Ps, seguindo orientações de semântica para elementos de bloco de texto.  Neste ponto, a grande estrela é a habilidade daquele que escreve o texto, ele é quem fará toda a diferença.</p>
<p>Mas claro, se você for o Dev ou tiver um por perto que saiba um pouquinho de <a href="http://afronteirafinal.com/microformats/" target="_blank">Microformatos</a>, esse é mais um pontinho a se ganhar com nossos amigos buscadores. :p</p>
<h3>A técnica da lista</h3>
<p>Uma idéia boa pra começar um texto &#8220;SEOzado&#8221; é, antes de escreve-lo, listar 10 palavras que você considera pontos centrais dentro do assunto à tratar e utiliza-las. Lembre-se, em geral serão as que você usaria se fosse procurar textos sobre o assunto no buscador. Se por acaso você esbarrar em caso de sinônimos e não sabe qual teria mais força, o <a href="http://www.google.com/trends?q=brahma%2C+skol&amp;ctab=0&amp;geo=br&amp;geor=all&amp;date=all&amp;sort=0" target="_blank">Google Trends</a> é um ótimo índice para tirar a dúvida do que as pessoas estão procurando mais. Mas lembre-se: cuidado para não exagerar nessa prática e criar um texto ótimo para se buscar mas uma joça para ser lido.</p>
<h3>Links pra-que-te-quero</h3>
<p>Sabe os termos que você usou para a lista anterior? Muitos deles são muito importantes e vale a pena dar links para eles. Se não tiver nada muito relevante em seu próprio site, não tenha medo de dar links para sites externos. &#8220;Qualquer site externo, tio Vespa?&#8221; Não, panguá, só os que sejam realmente relevantes. Use os que vierem melhor posicionados no google sobre o assunto, e  prefira artigos às notícias &#8211; notícias tem uma &#8220;relevância explosão&#8221;, são muito relevantes por curtos periodos, afinal, assuntos tendem a esfriar. Já artigos, por serem &#8220;base de conhecimento&#8221;, costumam manter-se importantes para os buscadores, em especial por conta do número de links que são apontados pra eles (coisa que vou destrinchar com mais calma mais pra diante). Na dúvida, linque para a o termo na <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a> que em 99% é uma ótima escolha.</p>
<h3>No próximo episódio&#8230;</h3>
<p>No próximo texto sobre SEO eu falarei sobre os meta-dados, como eles podem ajudar na sua relevância, e como usar de  sabedoria ao empregá-los sem dar tiros no próprio pé.  Até!</p>
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		<title>Webmonster: Definindo o plantão de páscoa</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/webmonster-definindo-o-plantao-de-pascoa/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[Webmonster]]></category>
		<category><![CDATA[folga]]></category>
		<category><![CDATA[plantão]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[só me fodo nessa merda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/03/webmonster5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-230" title="webmonster5" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/03/webmonster5.png" alt="Webmonster 5 - plantão de páscoa" width="594" height="1081" /></a></p>
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