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	<title>A fronteira final &#187; Vespa</title>
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	<description>Audaciosamente indo onde nenhum dev jamais esteve</description>
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		<title>SEO &#8211; exemplo de estrutura de texto</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 04:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura de texto]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo sobre SEO, este um pouco mais voltado para os amigos redatores. Como tudo mais nessa fina arte, há algumas receitas para atrair mais pessoas também na forma como se escreve o texto. E, como tudo nessa vida, deve ser usada com parcimônia &#8211; não vá fazer um texto muito quadrado, voltado somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um artigo sobre <strong>SEO</strong>, este um pouco mais voltado para os amigos redatores.</p>
<p>Como tudo mais nessa fina arte, há algumas receitas para atrair mais pessoas também na forma como se escreve o texto. E, como tudo nessa vida, deve ser usada com parcimônia &#8211; não vá fazer um texto muito quadrado, voltado somente para o buscador. Lembre-se: você tem que ser achado, mas um texto de qualidade é o que fará a pessoa voltar ao seu site (senão eu aplicava 100% das regras a seguir nos meus próprios posts e fazia este blog viver de buscadores), ter milhares de acessos do buscador é só um número inflado de leitores que não trarão nenhum benefício para seu produto.<span id="more-451"></span></p>
<h2>Descubra os termos mais relevantes</h2>
<p>O primeiro ponto para se escrever um texto com um bom SEO é, depois de escolhido um assunto, fazer um exercício e pensar: &#8220;se <strong>EU</strong> estivesse procurando por isso no todo poderoso buscador, o que eu digitaria?&#8221;.</p>
<p>A minha sugestão é sempre pensar em por volta de 5 a 8 termos associados a isto e tentar utiliza-lo no texto. Não precisa ser exatamente 5 a 8, um pouco mais ou menos não vai matar ninguém &#8211; mas quanto mais você conseguir sintetizar a informação melhor.</p>
<p>E já que eu estou falando de uma receita de SEO para <strong>turbinar o seu texto</strong>, que melhor outro exemplo eu poderia usar do que uma receita culinária? Vamos então falar de um assunto mais polêmico que mamilos: vamos falar de <strong>PURÊ DE MAÇÃ</strong>.</p>
<p>Primeiro ponto: o que eu, <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">D. Vespa</a>, sei sobre purê  de maçã?</p>
<p>Bom, eu sei que é um prato típico <strong>holandês</strong> e <strong>alemão</strong> também. Sei que é bom para acompanhar <strong>carne suína</strong> e <strong>aves</strong> e, em geral, é servido junto com <strong>purê de batata</strong> para dar um contraponto salgado para o adocicado da maça.</p>
<p>Partindo do parágrafo acima, já temos alguns bons termos para começar:</p>
<ul>
<li>• Carne de aves</li>
<li>• Carne Suína</li>
<li>• Acompanhamento</li>
<li>• Culinária Holandesa</li>
<li>•  Cozinha Alemã</li>
</ul>
<p>Já temos uns termos interessantes baseado no que EU sei a respeito do assunto. Mas… Será que meu conhecimento é o mesmo do público que quero atingir? Como faço pra saber se, de repente, se as palavras que eu buscaria também fazem sentido pras outras pessoas?</p>
<h2>Termos relacionados do Google e Yahoo</h2>
<p>Há um cantinho na página de resposta do Google que volta uma pesquisa de <strong>termos relacionados</strong> aos termos que você procurou. Não são sempre lá muito precisos &#8211; mas você pode encontrar algumas boas sugestões no qual pode não ter pensado:</p>
<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/1-google-termos-relacionados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-467" title="google termos relacionados" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/1-google-termos-relacionados-e1306814788558.jpg" alt="google termos relacionados" width="600" height="301" /></a></p>
<p>No Yahoo estes resultados relacionados podem ser vistos aqui:</p>
<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/2-yahoo-termos-relacionados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-470" title="Yahoo termos relacionados" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/2-yahoo-termos-relacionados.jpg" alt="Yahoo termos relacionados" width="600" height="244" /></a></p>
<p><strong>Detalhe importante:</strong> ELES NÃO APARECEM SEMPRE, só quando usamos um termo mais popular. Então, se não encontra-los de vez em quando, não se desespere. <img src='http://afronteirafinal.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Olhando a imagem acima, percebo que o <strong>purê de batata</strong> também é um termo que merece destaque &#8211; então vamos acrescenta-lo a lista e lembrar de dar algum destaque a ele. <strong>Culinária</strong> também é um termo bom, deve ser frisado pelo menos uma vez no texto.</p>
<p>Mas&#8230; Peraí, peraí… Bateu uma dúvida agora: &#8220;culinária&#8221; e &#8220;cozinha&#8221; são, neste contexto, sinônimos. Qual destes termos é mais procurado pelas pessoas? E os termos &#8220;carne de porco&#8221; e &#8220;carne suína&#8221;, qual deles é mais apropriado?</p>
<p>Para isso podemos usar o&#8230; (tchanaaaan!)</p>
<h2>Google Trends, o juíz</h2>
<p>Muito simples, pequeno gafanhoto, o nosso amigo Google tem uma ferramenta bem bacana chamada <a title="Google Trends" href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> que compara os termos para você e mostra qual deles teve mais procura nos últimos meses/anos.</p>
<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/3-google-trends-carne-de-porco.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-471" title="Google Trends Carne de Porco" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/3-google-trends-carne-de-porco.jpg" alt="Google Trends Carne de Porco" width="600" height="413" /></a></p>
<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/4-google-trends-cozinha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-472" title="Google Trends Culinária" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/4-google-trends-cozinha.jpg" alt="Google Trends Cozinha" width="600" height="424" /></a></p>
<p>E, segundo esta estatística é melhor dar preferência para &#8220;cozinha&#8221; ao invés de &#8220;culinária&#8221; e para &#8220;carne de porco&#8221; ao invés de &#8220;carne suína&#8221;. Legal, não? Tem algumas funçõezinhas mais específicas como filtro de país, uma indicação se houve algum evento que potencializou a busca por determinado termo em alguma época específica, etc&#8230; Mas isso é bem fácil de descobrir fuçando lá.</p>
<p>E que tal umas imagens também, aproveitando a mão na massa?</p>
<h2>Mas usar imagens melhora o SEO?</h2>
<p>Lembrando que existe <strong>busca de imagens</strong>, então sim, ajuda muito. Pare pra pensar que, além de mais dois elementos reforçando palavras chave no seu texto, os buscadores de imagens usam as palavras próximas a elas para classificar sua posição na página de resposta &#8211; então sim, você vai ganhar alguns acessos por conta disto também.</p>
<h2>Detalhes: bold e links, as cerejas do bolo</h2>
<p>… embora no purê de maçã não vá cereja.</p>
<p>Ao escrever o seu texto, sempre que um termo surgir pela primeira vez marque-o em negrito. Se você estiver escrevendo o código de formatação na unha, certifique-se que o seu negrito é uma tag STRONG e não um simples B &#8211; a prioridade do STRONG, dentro da escala de importância de cada tag HTML, é superior ao B &#8211; e acredito que essa classificação estenda-se aos buscadores também. (Se você não entendeu muito bem este parágrafo, não se preocupe, apenas marque o negrito que tiver no seu editor de texto e tudo ficará bem, não há consequências graves. <img src='http://afronteirafinal.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ).</p>
<p>E quanto aos links, é a mesma lógica que já abordei em outro post: quanto mais links externos e internos você tiver falando a respeito daquele assunto (cozinha alemã/holandesa, receitas de maça,  acompanhamentos, etc) mais bem visto será seu texto por um buscador.</p>
<p>O resultado de tudo que escrevi acima esta aqui, na <a href="http://afronteirafinal.com/receita-pure-de-maca-para-microondas/">receita de purê de maçã para microondas</a>.</p>
<p>Estou curioso para ver como os buscadores irão reagir em relação a este texto pois, embora totalmente estruturado para ter uma classificação relevante no resultado de busca, o fato de estar publicado em um blog de tecnologia pode influenciar na hora de criar esta classificação. De qualquer forma, acompanharei quantos resultados voltarão a partir deste texto &#8220;bastardo&#8221; para o nosso blog e, se for interessante, quem sabe não rende um novo post?</p>
<p>Caso voce tenha curiosidade e queira ir mais a fundo na fina arte do SEO, abaixo há mais alguns artigos que escrevi a respeito:</p>
<p>• <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank">SEO sem crise – Uma visão simples e rápida</a><br />
• <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/" target="_blank">SEO sem crise parte 2 – Meta tags: Keywords</a><br />
• <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/" target="_blank">SEO sem crise – Parte 3 – Meta Description</a><br />
• <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-%e2%80%93-parte-4-%e2%80%93-relevancia-por-links/" target="_blank">SEO sem crise – Parte 4 – Relevância por links</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Receita purê de maçã para microondas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 04:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura de texto]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[receitas culinárias]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você não entendeu o que este texto está fazendo aqui no meio a uma explicação de SEO leia este aqui primeiro. Purê de maça é um acompanhamento típico da cozinha holandesa e da alemã. É uma excelente opção para servir com carne de porco (como pernil e salsichas) ou aves. Recomenda-se servir o purê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não entendeu o que este texto está fazendo aqui no meio a uma explicação de SEO <a href="http://afronteirafinal.com/seo-exemplo-de-estrutura-de-texto/">leia este aqui primeiro</a>.</p>
<div style="margin: 0 auto;"><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/DSC00058.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-458" title="Purê de maça" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2011/05/DSC00058-e1306813911114-225x300.jpg" alt="Purê de maça" width="225" height="300" /></a></div>
<p><strong>Purê de maça</strong> é um <strong>acompanhamento</strong> típico da <strong>cozinha holandesa </strong>e da <strong>alemã</strong>. É uma excelente opção para servir com <strong>carne de porco</strong> (como <strong>pernil</strong> e <strong>salsichas</strong>) ou <strong>aves</strong>. Recomenda-se servir o purê de maça e à carne junto a <a title="purê de batatas" href="http://tudogostoso.uol.com.br/receita/59-pure-de-batatas.html" target="_blank"><strong>purê de batatas</strong></a>, que fará contraponto ao doce da maçã e dá um sabor especial a todo o conjunto.</p>
<p><span id="more-450"></span>Para esta saborosa receita você vai precisar de:</p>
<ul>
<li> • 3 maçãs inteiras</li>
<li> • Canela em pó</li>
<li> • Meia colher de gengibre em conserva</li>
<li> • Meio copo de água</li>
</ul>
<p>Descasque as maçãs e use um ralador para transforma-la numa pasta. Coloque numa forma refratária e acrescente o gengibre, água e canela a gosto. Coloque por cinco minutos no microondas em potência média. Espere esfriar por alguns minutos e sirva enquanto estiver morno.</p>
<p>Serve duas pessoas.</p>
<p>Mais receitas de Purê de maçã:</p>
<p>•<a href="http://cybercook.terra.com.br/receita/pure-de-maca.html?palavra=pure+de+maca" target="_blank"> Purê de maçã no Cybercook</a><br />
• <a href="http://www.receitasemenus.net/content/view/558/202/" target="_blank">Purê de maçã com limão no receitas e menus</a><br />
• <a href="http://tudogostoso.uol.com.br/receita/15368-tender-com-pure-de-maca.html" target="_blank">Receita de tender com purê de maçã no tudo gostoso</a></p>
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		<title>iPad: estamos usando direito?</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/ipad-estamos-usando-direito/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 21:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[Tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirando o pó do blog&#8230; Resolvi escrever algumas impressões a respeito de iPad por dois motivos: primeiro por recentemente ter visto uma palestra a respeito de como os designers gráficos estão migrando as revistas impressas para suas versões online. O segundo motivo foi o bem humorado artigo do amigo Rogério Fratin sobre a não-exploração dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tirando o pó do blog&#8230;</p>
<p>Resolvi escrever algumas impressões a respeito de iPad por dois motivos: primeiro por recentemente ter visto uma palestra a respeito de como os designers gráficos estão migrando as revistas impressas para suas versões online. O segundo motivo foi o bem humorado artigo do amigo Rogério Fratin sobre <a href="http://designices.com/ipad-versus-adobe-reader-a-luta-do-seculo/" target="_blank">a não-exploração dos recursos do iPad enquanto plataforma</a>,  tornando este meio algo só um pouquinho mais sofisticado que qualquer dispositivo que tenha um Adobe Reader instalado &#8211; só que muito mais caro.</p>
<p>De cara já quero por em xeque a afirmação que vi em alguns lugares dizendo que o iPad é o substituto do notebook/desktop: isso é besteira da grossa, se considerarmos todos os contextos. Um tablet tem tudo para substituir um notebook no caso do usuário comum, aquele sujeito que usa seu computador para apresentar um PPT, jogar, ler emails e usar algumas funções organizacionais (como agendas ou acompanhamento de dados interfaceados), enquanto o notebook continuará encarregado de tudo isso (com uma experiência de usuário mais simples) mais a realização de tarefas que exijam maior complexidade, como tratar imagens, diagramar, programar, gerar wireframes, ilustrar, gerenciar sistemas de interfaces mais complexas ou via terminal, etc.</p>
<p>Mas não é este meu ponto ainda.</p>
<p>Como qualquer outra mídia nova, as pessoas responsáveis pela gênese dos que será divulgado a partir dela usam o mesmo processo de sempre: usam como base algo que já existia, até que a novidade comece a criar sua própria identidade &#8211; foi assim a transição do jornal impresso pro rádio, do rádio pra TV, da TV/Rádio/impresso para os videogames e computadores e todas derivações e variações em torno destas mídias.<span id="more-415"></span></p>
<p>O grande porém do iPad é que, talvez por uma resistência tradicionalista, talvez pela fobia que o &#8220;mercado impresso&#8221; tem de ser suplantado por alguma outra mídia (o que na minha opinião NÃO vai ocorrer), as pessoas estão vendo no iPad a &#8220;cura&#8221; para este fantasma que meios como a internet e os games trouxeram &#8211; e estão tropeçando DE NOVO nos mesmos erros que foram feitos há 15, 20 anos.</p>
<h2>iPad não é impresso</h2>
<p>Algumas redações assumiram que a idéia de revista virtual é simplesmente converter a impressa para um formato de arquivo que possa ser lido na tela. Tudo bem, pode ser feito assim &#8211; mas qual a vantagem então de estar no iPad, desconsiderando os custos de produção/impressão? Existe um desespero das companhias em &#8220;demarcar território&#8221; nas novas mídias, para usar a expressão &#8220;saímos na frente&#8221; em campanhas de marketing. Mas vale a pena ter este título a qualquer custo? Uma experiência pobre num meio que promete tanto é frustrante para o consumidor e, uma vez que se cria uma imagem ruim, é muito difícil reverte-la.</p>
<p>Este mesmo erro foi cometido anos atrás com a própria internet, os primeiros sites de revistas tentaram (e em alguns casos ainda tentam) ser uma cópia literal da versão impressa. Cheguei a ouvir absurdos de editores que queriam que o site fosse a revista exatamente como na banca, com animação de virar de páginas e tudo mais para emular a experiência do impresso.</p>
<p>Não valeria mais a pena estudar melhor as possibilidades antes de botar a mão na massa?</p>
<h2>A internet já fez isso antes</h2>
<p>Esquecendo um pouco a febre dos aplicativos que é assunto pra outro post, a tentativa de verter conteúdo impresso para digital já foi feita e já tem característica própria há muitos anos. Por que não se valer dessas experiências?</p>
<p>Uma coisa que vejo de diferencial do texto para web para o de e-revistas é que, dado que o formato das tablets é muito mais cômodo para transporte e leitura,  pode dar-se ao luxo de usar textos longos igual ao das revistas &#8211; e não só os míseros parágrafos como os que escrevo agora, limitado pela paciência do usuário para ler blogs (da qual já abusei se você chegou até aqui). :p</p>
<p>Percebi que, ávidos por essa possiblidade, redações montaram não só o texto, mas as próprias revistas como seriam feitas para as gráficas &#8211; mesmo que se tenha alterado estilos para o novo tamanho e uma ou outra animação para justificar o meio digital. Os resultados? As interações de iPad são simples como as já oferecidas em 2000 pelo flash 3.0 e o arquivo final é EXTREMAMENTE pesado, às vezes chegando até 1/2 giga numa revista completa, coisa simplesmente absurda ainda mais se tratando dum dispositivo que tem só 64 gigas de memória.</p>
<p>Problemas simples como compressão das imagens de forma correta já baixariam o peso destes arquivos substancialmente. O problema do download é outro que remete também ao final dos anos 1990, quando tinha-se que carregar um arquivo completo para poder lê-lo/interagir com ele. Já que as tablets são voltadas para o uso de internet, não seria mais inteligente usar um sistema para baixar em lotes, como também já foi resolvido com flash e ajax e outros formatos web? Vi alguns testes relativos a isso, mas muito tímidos ainda para melhorar algo de maneira efetiva.</p>
<h2>Texto eletrônico não-indexavel é texto morto</h2>
<p>Alguns softwares voltados para a conversão das revistas para iPad são, basicamente, print screens tirados do inDesign transformando textos e imagens numa coisa só. Numa pesquisa em impressos você pode, ao ir a uma biblioteca, consultar um índice de cartões separados por autor e por assuntos para tentar encontrar o livro de seu interesse. Num sistema digital, as suas opções são ou usar um sistema de índice de hyperlinks (que pode ser falho, pois normalmente só traz o título da matéria/assunto) ou um sistema de busca, próprio para identificar um termo buscado em partes do texto.</p>
<p>Mas se é um print screen, como se faz isso? É simples: não faz. Você até tem a opção de usar um sistema de índice por hyperlinks, mas&#8230; E se o título da matéria for, por exemplo, uma metáfora ou um trocadilho e não refletir claramente o contéudo? Há o recurso de hotspot (um trecho de texto que abre em layer quando clicado, como um popup. Pode ser usado como descritivo), mas realmente não acredito que seja uma solução boa.</p>
<p>Imagine isso num futuro não muito distante, quando houver umas 20 revistas na memória da tablet ou HD exerna, você vai MESMO lembrar que edição falava sobre aquele determinado assunto? Não, você vai querer dar um crtl+f e buscar nos arquivos &#8211; o que não vai acontecer se o texto for imagem.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Eu sei que muitos dos problemas citados se devem às experiências de como os Tablets estão sendo aceitos e a cultura de uso que se forma ao redor deles, mas a maioria a meu ver é injustificável &#8211; simplificando ao máximo a solução, a colaboração direta de pessoas que já trabalham com mídias digitais mais a conhecimento vindo do meio impresso (em especial na questão da diagramação) geraria uma experiência muito mais empolgante para o usuário.</p>
<p>Mas realmente acredito que não se demorará a criar uma fórmula mais interessante, a maior parte das soluções já está aí, tudo pronto para se usar, é só questão de tempo até se organizarem &#8211; e gente capacitada para isso é o que não falta.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O real valor da validação HTML</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/o-real-valor-da-validacao-html/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 17:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>

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		<description><![CDATA[Hey! Não é comum usar o blog para isso, mas neste caso achei que valia muito a pena abrir uma exceção. Há muito pensei em escrever a respeito de validação HTML, prós e contras, mas acabei deixando de lado por falta de tempo para pesquisar mais a fundo e acabei esquecendo do assunto. Contudo, hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey!</p>
<p>Não é comum usar o blog para isso, mas neste caso achei que valia muito a pena abrir uma exceção.</p>
<p>Há muito pensei em escrever a respeito de validação HTML, prós e contras, mas acabei deixando de lado por falta de tempo para pesquisar mais a fundo e acabei esquecendo do assunto.</p>
<p>Contudo, hoje me passaram no twitter um excelente artigo intitulado &#8220;<a href="http://www.nczonline.net/blog/2010/08/17/the-value-of-html-validation/" target="_self">The value of HTML validation</a>&#8220;, escrito por<a href="http://twitter.com/slicknet" target="_blank"> Nicholas C. Zakas</a> falando de tudo que eu gostaria de escrever e indo muito além.</p>
<p>Fica a recomendação. <img src='http://afronteirafinal.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Google Wave &#8211; a onda que não pegou</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/google-wave-a-onda-que-nao-pegou/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Hiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações web]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje na hora do almoço conversamos a respeito da morte do Google Wave. Como uma coisa que era prometida como a próxima grande revolução da internet pôde dar tão errado? Há uma gama razoável de recursos úteis (aliás, este artigo, como outros do blog, foi escrito usando o Wave como editor), uma empresa forte por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje na hora do almoço conversamos a respeito da morte do Google Wave. Como uma coisa que era prometida como a próxima grande revolução da internet pôde dar tão errado? Há uma gama razoável de recursos úteis (aliás, este artigo, como outros do blog, foi escrito usando o Wave como editor), uma empresa forte por trás e um grande potencial de expansão. Por que, então, ficou tão abaixo mesmo da pior das expectativas?</p>
<p><span id="more-402"></span>Os pontos que surgiram na conversa foram os seguintes:</p>
<h2>Falta de foco:</h2>
<p>Acreditamos que este seja o principal problema. Em nenhum momento falou-se claramente &#8220;isso serve pra aquilo&#8221; &#8211; só se falou que era um milhão de possibilidades, que as pessoas iam ter orgasmos com os recursos mágicos, só que&#8230; Não se falou como. Os exemplos apresentados do que fazer com a ferramenta foram pífios e, até onde eu sei, ninguém fez algo que fosse digno de nota usando o Wave.</p>
<h2>Interface diferente &#8220;Pero no mucho&#8221;:</h2>
<p>A idéia vendida foi de uma interface revolucionária. A estrutura ousa muito pouco (repare que a diagramação e distribuição, exceto pela caixa de texto, é quase a do Gmail) e, no pouco que ousou, ficou confuso e sem atrativos &#8211; caso do box de texto, que tem um monte de recursos mas nenhum exatamente novo.</p>
<p>Por exemplo pra que diabo fazer uma enquete se pode-se usar um Spreadsheet com o próprio Google Docs com mais recursos e sem todo o ruído visual do Wave ao redor?</p>
<h2>Excesso de expectativa</h2>
<p>Criou-se muita expectativa de revolução para uma ferramenta que foi lançada inacabada. Mesmo que tivesse uma proposta inovadora, a chance de causar uma boa impressão foi totalmente perdida &#8211; muitos usuários não dão segundas chances para ferramentas, especialmente se vierem a se sentir &#8220;burros&#8221; ao usar.</p>
<p>Alguém lembra do vídeo de uma hora e tra-la-lá apresentando o produto e das pessoas em extase assistindo à demonstração? Até a risada gravada do chaves parecia mais sinceras que aquilo.</p>
<h2>Ferramentas tardias</h2>
<p>Vários recursos desejáveis relacionados à usabilidade só surgiram muito depois do lançamento, como uma forma de aviso sobre novos waves ou a possibilidade de excluir-se de uma lista Wave (embora implementado é MUITO ruim a navegação e são vários cliques até conseguir).</p>
<p>Tudo bem que melhorias podem sempre ser feitas posteriormente, mas creio que a idéia deles que as pessoas querem ficar conectadas às outras para sempre em tudo que for compartilhável é bem errada &#8211; até porque, se verdade fosse, divórcio não existiria.</p>
<h2>O Wave não é uma onda, é uma ilha</h2>
<p>Na ânsia de tentar ser a nova ferramenta de comunicação da internet, rede social, messenger, email e chat tudo ao mesmo tempo, não foi criada forma alguma de interface com outras ferramentas já existentes. Sequer um RSS.</p>
<p>Entendemos que, de forma até prepotente, o Google tentou apresentar um novo paradigma e romper com todos os antigos &#8211; mas foi inocência demais acreditar que pessoas largariam ferramentas que usam há anos e começassem a focar tudo no Wave, e que elas não quereriam integração com mais nada. Por que não uma possibilidade de conectar algo ao Facebook? Por que, no começo, sequer com o próprio Gmail tinha conexão? Já foram adquiridos muitos hábitos nos últimos 15 anos, e uma cultura deste tipo não é jogada para o alto de uma hora pra outra.</p>
<p>Para saber da dificuldade de mudar um hábito é só pensar quanto tempo demorou pro e-mail substituir o fax. Para algumas empresas, aliás, isso ainda é uma realidade.</p>
<h2>Documentação ruim / falta de incentivo aos desenvolvedores</h2>
<p>Por conta talvez da já citada falta de foco, a documentação voltada a desenvolvedores (que poderiam ter sido umas das fontes de salvação) foi escrita de maneira péssima, tornando a possibilidade de que boas idéias vindas da comunidade minguasse muito.</p>
<p>Poucos heróis aventuraram-se a fazer algo para o Wave, mas a maioria resolveu esperar para ver no que dava antes de perder precioso tempo estudando algo que pudesse dar em água. E deu.</p>
<h2>Entrada por convite</h2>
<p>Outra coisa que frustrou pessoas: se você já tem Gmail, conta no Orkut, conta no Picasa, Gtalk e etc, por que cargas d&#8217;água precisa ser convidado para usar uma ferramenta que, em tese, já é parte das suas aplicações/contas Google? Convites são feitos para coisas que são extremamente desejáveis e, se feitos ao acaso, gera uma expectativa de &#8220;é bom valer a pena&#8221;. Dá sensação de pagar pra entrar num clube privado e descobrir lá dentro que é só um boteco comum.</p>
<h2>Tudo que se propôs a resolver já tinha solução</h2>
<p>Concordo, muita coisa até pode ser melhor solucionado no Wave, caso por exemplo da função de edição conjunta e compartilhamento de documentos. Mas&#8230; As pessoas já faziam isso no Google Docs há anos. E já eram familiares à estrutura &#8220;word-like&#8221; lá utilizada, afinal, todos já estão bem adestrados desde o win 3.11 a usar aquela estrutura. Não importa o quão mais simples seja a interface, para aquele tipo de solução de editor será, sempre, muito difícil propor algo novo.</p>
<h2>Integração demais = lentidão</h2>
<p>As possibilidade de juntar tudo e todos é tão grande que por vezes é insustentável manter um wave por muito tempo. Tantos são os aplicativos, replys, icones de participantes, referências internas, referências externas, etc, que só com muita memória RAM você consegue usar o Wave de forma decente.</p>
<h2>Puxando a Sardinha para o Chrome</h2>
<p>O Google pedia descaradamente para você usar o Wave no Chrome. Sim, é mais do que verdade que o Chrome é um tremendo de um browser, com o melhor &#8220;motor&#8221; para interpretação de Javascript feito até então, não só o Wave, mas tudo que usa Ajax como base para interface web.</p>
<p>O caso é que o usuário não sabe disso. Se o site está lento, para o usuário a culpa não será do IE6, será do site. Mesmo no Firefox, que é um browser bastante decente, fica insuportável de lento, forçando a usar o Chrome.</p>
<p>Não importa o quão verdadeiro é o fato de que o Chrome lida melhor com Javascript com os outros: a campanha/lavagem cerebral pelo browser da casa sempre vai deixar com aquele fundinho de que foi sabotagem nos outros navegadores (coisa que não foi MESMO). E como tem neurótico a rodo nessa terra, especialmente entre desenvolvedores (isso, aqueles mesmos que poderiam ter salvo aspectos da aplicação), é mais um motivo que afasta os potenciais usuários.</p>
<h2>O nome do produto não é &#8220;iWave&#8221;</h2>
<p>Se o google wave fosse produzido pela Apple ou fosse uma app para iPhone, os geeks <span style="text-decoration: line-through;">moderninhos</span> certamente ajudariam a vendê-lo como uma idéia de outro mundo.</p>
<p>Falando mais sério, essa foi outra falha na estratégia do Google: eles tentaram fazer algo que a Apple faz há anos, que é vender qualquer idéia como se fosse revolucionária (mesmo que seja só um iPod grandão com menos recursos que o original).</p>
<p>O lance é que a Apple assume essa postura e o risco do produto não dar certo. Eles perdem com o que não da certo, mas é um risco menor: a Apple conhece bem seu público e já percebeu qual é a forma que eles tendem a agir, então raramente dá uma bola fora (e quando dá sabe exatamente o que falar para o público continuar sentindo-se querido e feliz com o status de ser um possuidor de um produto deles).</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>De megalomania aos problemas de projeto, é realmente uma pena ver uma ferramenta morrer deste jeito, sem chegar a atingir todo seu potencial. Engraçado, pois uma das coisas que comentamos durante o papo é que, depois de algumas experiências, ela era um bom lugar para juntar material de pesquisa e pequenos Brainstorms (com direito até a descobrir nesse exato momento que há um novo recurso voltado para mind map,  que sempre foi um recurso do qual sentimos muita falta).</p>
<p>Quando finalmente achamos o que fazer com a ferramenta o Google decide enterra-la.</p>
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		<title>SEO Sem Crise – Parte 4 – Relevância por links</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[Relevância link]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Só pra recapitular: Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre o que é SEO. Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as Meta Keywords . No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com Meta Description e o motivo de te-la bem feita. Nesta parte, a última desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra recapitular:</p>
<p>Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre <a title="O que é SEO?" href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank">o que é SEO</a>.</p>
<p>Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/" target="_blank">Meta Keywords</a> .</p>
<p>No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/" target="_blank">Meta Description</a> e o motivo de te-la bem feita.</p>
<p>Nesta parte, a última desta sequência, vou explicar como pode-se &#8220;pegar carona&#8221; na relevância de outros sites através de links.</p>
<h2>Aumentando a relevância por links</h2>
<p>Daí o cidadão vai lá e pergunta como fazer o texto dele &#8220;subir no <a href="http://google.com" target="_blank">Google</a>&#8221; e, alguém com um pouco mais de manha, sugere para selecionar as palavras chaves e nomes e linkar para sites externos. O cidadão olha torto e solta os cães, dizendo coisas como &#8220;que absurdo, colocar links para sites externos, isso vai tirar os leitores do nosso site e mimimi mimimim mimimim mimimim mimimimimi&#8221;.</p>
<p><span id="more-381"></span></p>
<p>Sim, eu já ouvi isso&#8230;</p>
<p>Em primeiro lugar, ponto de vista humano: as pessoas vão dar é muito mais valor para os textos do site pelo simples fato que a informação oferecida é mais completa &#8211; e se o site não tem em si mesmo a informação, o autor aponta, sem medo, pra algum outro que a tenha.</p>
<p>Segundo lugar, ponto de vista dos Search Engines: nossos camaradas buscadores aumentarão a sua importância em muito pelo mesmíssimo motivo citado no primeiro lugar. A lógica é: quanto mais referência para outras páginas/sites com assuntos relacionados, maior a chance do usuário encontrar um conteúdo satisfatório. Levando em conta que os buscadores tem os dados de relevância das páginas que você referenciou de seu texto, quanto maior a qualidade do link dado maior será a relevância emprestada para o seu texto. Entedeu?</p>
<p>Vamos a um exemplo prático que o <a href="http://twitter.com/alxpborges" target="_self">Alex Borges </a>me indicou: se voce digitar &#8220;Restaurante Italiano&#8221; no Google hoje, 4 de agosto de 2010, o primeiro resultado será <a href="http://www.emsampa.com.br/r_11.htm" target="_blank">http://www.emsampa.com.br/r_11.htm</a>.</p>
<p>Pelas regras básicas que o SEO sugere, veremos de cara 3 erros graves:</p>
<ul>
<li><strong>Erro 1</strong> : URL com link bizarro, que não quer dizer absolutamente nada, ao invés de uma url amigável;</li>
<li><strong>Erro 2</strong>:  Código &#8220;sujo&#8221; e confuso, inteiro feito em tabela, provavelmente feito com editor visual mal-configurado;</li>
<li><strong>Erro 3:</strong> Número de meta keywords muito alto.</li>
</ul>
<p>&#8230; E por aí vai.  Tem mais erros, mas estes já deveriam ser suficientes pra mandar o link lá pra nona página &#8211; mas isso não acontece, ele está em primeiro. Como? Sequer as palavras &#8220;Restaurante&#8221; e &#8220;Italiano&#8221; é repetida muitas vezes, qual o segredo pra justo este link estar no topo?</p>
<p>O motivo mais provável é que, pelo fato desta página ter um índice imenso de links para diversos sites de restaurantes italianos, possivelmente com a grande maioria com um pagerank razoável, isso é o suficiente para que o buscador acredite que é uma fonte confiável para a referência &#8220;restaurante italiano&#8221;.</p>
<p>Em outros casos você poderia, por exemplo, citar uma empresa e linkar diretamente para o site dela &#8211; especialmente se o site em questão vier em primeiro no resultado. Em geral, se o site-referência for muito ruim ou inexistente, você ainda pode apelar para a Wikipedia, que é sempre uma ótima saída para este fim.</p>
<p>Bom, acredito que seguindo estes passo, já é possível melhorar e muito a relação com os buscadores. Obvio que é mais extenso que isso e, por conta das regras mudarem todo dia, dá pra pirar muito mais dentro deste assunto.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO">SEO na Wikipedia</a> &#8211; história, teoria e mais algumas regras básicas.</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/" target="_blank">Blog oficial do Google</a> &#8211; melhor referência de todas para aprofundar-se no assunto. Se qualquer regra muda, se há alguma boa prática a ser seguida, certamente sairá aqui.</p>
<p><a href="https://www.google.com/webmasters/tools/" target="_blank">Google Webmaster Tools</a> &#8211; Ferramentas para verificar qualidade de conteúdo do ponto de vista do buscador, diagnósticos de meta tags redundantes, etc.</p>
<p><a href="https://siteexplorer.search.yahoo.com/" target="_self">Yahoo Site Explorer</a> &#8211; mesma pegada do link anterior, mas nas regras do Yahoo.</p>
<p><a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> &#8211; Mas e aí, as pessoas procuram mais pela palavra &#8220;Carro&#8221; ou por &#8220;Automóvel&#8221;? Qual delas trará mais acessos? O Google Trends te ajuda com isso.</p>
<p><a href="http://www.mestreseo.com.br/artigos-seo" target="_blank">Artigos Mestre SEO </a>- particularmente eu não gosto muito deste site, por vezes tenho a impressão que muito do material é só reescrito de tempos em tempos com palavras diferentes, tornando-o um pouco redundante &#8211; mas eu sou chato pra cacete com algumas coisas, então pode ser só cisma minha. De qualquer forma, mesmo com o porém que eu falei, tem bastante coisa legal e vale a consulta para tirar dúvidas.</p>
<p>E este é o final desta série, senhoras, senhores e crianças. Quem quiser debater o assunto pode entrar em contato comigo pelo próprio blog ou pelo <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Até!</p>
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		<item>
		<title>SEO Sem Crise &#8211; Parte 3 &#8211; Meta Description</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Como escrever uma meta description adequada, qual o tamanho ideal e como isso melhora o SEO da página]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando ao assunto de SEO, depois de um loooongo tempo&#8230;</p>
<p>Vamos falar um pouquinho mais de meta-tags, mais especificamente da meta description.</p>
<h2>Meta Description</h2>
<p>O nome é auto-explicativo: é uma descrição do texto que segue, enfatizando os principais pontos. Deve ser o mais resumido possível afim de evitar penalização (algo em torno de 150 caracteres) e deve ir, como as outras metas, dentro da tag head.<span id="more-373"></span></p>
<pre class="brush: php">&lt;meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Um bom exemplo de meta descrição resume bem o conteúdo do texto, enfatizando os principais tópicos&quot; /&gt;</pre>
</pre>
<p>Três pontos a frisar:</p>
<p>1) Muita gente usa como texto de descrição os primeiros X caracteres ou mesmo o primeiro parágrafo inteiro do texto no body. Isso NÃO é legal pois corre-se risco de ser penalizado pelo buscador - como disse no texto anterior sobre <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/">Keywords</a>, buscadores não gostam de "ecos" dentro da página, lembram?</p>
<p>2) Assim como as Keywords, não use descrições repetidas em todas as páginas. Novamente, se não for possível criar as descrições de forma individual, prefira não usar nenhuma deixando toda a relevância por conta do texto contido no body (afinal, também como nas Keywords, uma description redundante ou que tenha qualquer espécie de conflito de informação com o texto pode vir a trazer muito mais prejuízo do que ajuda).</p>
<p>3) Oriente os responsáveis pelos textos a escrever esta síntese "com amor". Quando a description existe na página, o buscador a usará para gerar o resultado de busca - ou seja, podemos dizer que ela tornar-se-á o cartão de visitas do texto e, quanto melhor escrito/resumido, mais convidativo ao clique será ao nosso amigo usuário.</p>
<h2>Mas e aí, quão importante é isso?</h2>
<p>Depende do ponto de vista. Como dito em outros textos, tudo o que mais importa para os buscadores hoje em dia encontra-se no BODY do texto, e os demais requisitos até servem pra incrementar (urls amigáveis, microformatos, meta-tags, robots.txt, etc) mas, de um modo geral, é a qualidade da sua informação que fará a diferença.</p>
<p>O próximo texto e último dessa série (o que não quer dizer que eu não vá voltar ao assunto) falarei um pouco a respeito do que é essa qualidade de informação, e como qualidade pode ser "emprestada" ou repassada.</p>
<p>Até!</p>
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		<title>Webmonster: O Senhor dos Requests</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 02:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[Webmonster]]></category>
		<category><![CDATA[cross domain]]></category>
		<category><![CDATA[JSONP]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster8.png"></a><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster81.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="webmonster8" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster81.png" alt="" width="595" height="711" /></a></p>
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		<title>Webmonster: Youtube</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/webmonster-youtube/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 03:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[Webmonster]]></category>
		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[plantão]]></category>
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		<category><![CDATA[screencast]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster7.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="webmonster7" src="http://afronteirafinal.com/wp-content/uploads/2010/04/webmonster7.png" alt="Webmonster e o youtube" width="590" height="711" /></a></p>
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		<title>Seo sem crise parte 2 &#8211; Meta tags: Keywords</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[keywords]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto anterior sobre SEO, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords. Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento: &#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre meta tags?&#8221; Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o texto anterior<a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank"> sobre SEO</a>, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords.</p>
<p>Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento:</p>
<p>&#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre <strong>meta tags</strong>?&#8221;</p>
<p>Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, mas tem que saber como funcionam e para que servem pois pode existir um campo específico para isso no seu publicador.</p>
<p>Existem algumas dúzias de meta tags que se pode usar no código mas, uma vez que a proposta é não sair do básico do SEO, vamos falar somente das mais importantes nessa série de textos. Aliás, vamos falar uma coisa que pouca gente aborda em textos sobre SEO: em geral as pessoas dão enfase à aplicação, enquanto aqui pretendo falar o real porquê  de usa-las de forma x ou y.<br />
<span id="more-263"></span></p>
<h2>Palavras Chave &#8211; Keyword</h2>
<p>As <strong>keywords </strong>são declaradas no topo das páginas e servem basicamente para enfatizar para nossos amigos buscadores sobre o que estamos falando no nosso texto. Há muitos e muitos anos, quando as estrelas eram jovens e Yahoo e Cadê já eram antigos, elas foram o principal campo de consulta dos robots de pesquisa. No código aparecem similar a isto aqui, dentro das tag de head:</p>
<pre class="brush: html">

&lt;meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;festa,sandices,quadrinhos&quot; /&gt;
</pre>
<p>A relevância das palavras chave não é mais tão importante quanto já foi por causa dos espertinhos da Web: o camarada ia lá nas keywords dele e lançava &#8220;<a href="http://contigo.abril.com.br/busca/resp_busca4.shtml?qu=sabrina+sato&amp;search-submit=Ok" target="_blank">Sabrina Sato</a> pelada, putaria, bunda&#8221;.  Daí o buscador ia lá todo feliz fazer a classificação e entregava o resultado pro usuário e, este último, frustrado, descobria que o texto era sobre coleções de selos do século 20 ao invés da referida moça desnuda.  Quem perdia credibilidade nessa história? O buscador, é claro.</p>
<h2>Mas aí? Vale a pena usar?</h2>
<p>Mas mesmo com essa falta de crédito, o uso bem feito de keywords pode ajudar um pouco na relevância da sua página. Tenha em mente que as palavras usadas nas keywords devem estar contidas no texto, se possível mais de uma vez ou, se não for o caso, ser um sinônimo ou estar estritamente correlacionada ao assunto em questão. Mesmo que você monte um set de palavras que pareçam favorecer o texto, tenha em mente que a má escolha delas pode detonar o seu posicionamento no buscador &#8211; logo, se não tiver certeza que aquelas são as melhores escolhas, <strong>PREFIRA NÃO USAR NENHUMA KEYWORD</strong>. Keywords que não tenham nenhuma ou que tenham pouca conexão com o texto prejudicam ao invés de ajudar.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> você escreveu um texto sobre <strong>sorvete de jaca </strong>e em algum momento disse &#8220;seria legal que a Kibon lançasse o sorvete de jaca&#8221;.  &#8220;<strong>Sorvete</strong>&#8221; e &#8220;<strong>jaca</strong>&#8221; seriam palavras importantes como keyword, já <strong>Kibon</strong>, sendo citado uma única vez no texto e sem nenhuma informação relevante além da menção,  se usada como palavra chave seria a âncora que afundaria tua página por posições e mais posições &#8211; afinal, você disse pro buscador que seu texto era relevante sobre isso, ele acreditou, e te classificou na seção &#8220;textos relevantes da kibon&#8221; e não no &#8220;textos relevantes sobre sorvete de jaca&#8221;, que era seu assunto principal.</p>
<h2>Reciclagem de keywords pode?</h2>
<p>&#8220;-Entendi, <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">tio Vespa</a>. Posso então escolher as mesmas 5 keywords fodonas e pô-las em todo meu sáite?&#8221;</p>
<p>NÃO!<strong> Keywords repetidas em várias páginas é como dizer que todo seu site é uma imensa redundância</strong>, mesmo que isso não seja verdade. Se o site não tem uma forma rápida de &#8220;taguear&#8221; todas as páginas, use a regra do não usar nada ou aplique palavras chave apenas no que for conteúdo novo. Você pode usar a mesma palavra várias vezes, mas nunca no mesmo conjunto. Se numa pagina você usou &#8220;água, fogo, terra&#8221; na próxima poderia usar &#8220;água, fogo, ar&#8221; que não teria problema &#8211; mas nunca &#8220;água, fogo, terra&#8221; pra duas ou mais.</p>
<p>Outro ponto importante é a quantidade de keywords usadas, evite usar mais do que 5. Muitas keywords poluem o código e caem na regra que citei no texto anterior, &#8220;se todo mundo é especial então ninguém é especial&#8221;, mandando a relevância pro brejo.</p>
<p>Alguns sistemas, em especial blogs, tem aproveitado a capacidade de gerar tags dos publicadores para reaproveitar o tagueamento nas Keywords. Já vi gente que defende que essa reciclagem não é boa &#8211; buscadores são entidades ariscas e não gostam de redundância, ainda mais se for na mesma página. Eu discordo disso por um fato muito simples: keywords são palavras texto, simples, separados por vírgula, enquanto as tags são as mesmas palavras mas com um fatorzinho diferente: elas estão linkadas, logo não estão totalmente redundantes, estão complementando informação já citada &#8211; então acredito que não seja algo realmente prejudicial, embora acredite que seja melhor variar um pouco a informação de uma e de outra por questão de aumentar abrangência.</p>
<p>Bom, creio que a respeito de Keywords é o que há de principal a se falar. No próximo episódio falaremos a respeito de meta description. Até!</p>
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