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	<title>A fronteira final &#187; html</title>
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	<description>Audaciosamente indo onde nenhum dev jamais esteve</description>
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		<title>Saiba mais sobre DOM e ECMAScript</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 03:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcameroon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cameroon]]></category>
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		<description><![CDATA[Por muito tempo eu fingia saber exatamente o que era DOM, ECMAScript, JScript, DHTML, etc significava. Mas num final de semana desses eu peguei para ler sobre o que eles significam e como eles estão relacionados. Esta é a forma como a especificação DOM define um &#8220;DOM&#8221;: O Document Object Model (DOM) é um Application [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo eu fingia saber exatamente o que era DOM, ECMAScript, JScript, DHTML, etc significava. Mas num final de semana desses eu peguei para ler sobre o que eles significam e como eles estão relacionados.</p>
<p>Esta é a forma como a especificação DOM define um &#8220;DOM&#8221;:</p>
<blockquote><p><strong><em>O Document Object Model (DOM) é um Application Programming Interface (API) para HTML válido e documentos XML bem formatados. Ele define a estrutura lógica dos documentos e o modo como um documento é acessado e manipulado.</em></strong></p></blockquote>
<p><span id="more-290"></span>Em outras palavras, o DOM é uma forma padrão para permitir que as linguagens de programação interajam com documentos HTML / XML. O W3C fornece, o que é chamado de linguagem de vinculações, para o ECMAScript. Isto significa que as funcionalidades definidos na especificação DOM foram implementadas nessa linguagem.</p>
<p>ECMAScript é uma &#8220;uniformização&#8221; da língua (script) dos &#8220;homens das cavernas&#8221; &#8211; Netscape JavaScript e Microsoft JScript para que todos os browsers possam compreender instruções escritas usando o ECMAScript.</p>
<p>Agora, existem três grandes &#8220;dialetos&#8221; do ECMAScript: JavaScript (Firefox / Chrome / Safari), JScript (IE), e ActionScript (Adobe Flash / Flex). Estes são chamados dialetos como suporte a código escrito antes da normalização e fornecem alguns recursos não disponíveis no ECMAScript ou em outros dialetos.</p>
<p>Os navegadores fornecem uma implementação das interfaces do DOM que permite ECMAScript (ou dialetos suportados) interagirem com o DOM de um documento XML/HTML. Assim, a maioria dos browsers decentes, lançado conforme os padrões, dizem qual ECMAScript é suportado para cada versão do seu navegador.</p>
<p>O DOM de uma página HTML tem uma &#8220;árvore-como estrutura&#8221; quando visualizadas. É importante notar que o DOM não representa o conteúdo do HTML, mas representa apenas objetos através dos quais o conteúdo pode ser acessado. Esses objetos são modelados após a marcação que existe na página HTML. As relações, funções, comportamentos e atributos desses objetos são identificados pelo DOM.</p>
<p>Bom, é isso! Você normalmente não precisa de saber sobre interfaces DOM principalmente se você trabalhar com uma biblioteca JavaScript. Mas se você estiver interessado, Quirksmode (<a href="http://www.quirksmode.org" target="_blank">http://www.quirksmode.org</a>) tem uma excelente introdução ao DOM.</p>
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		<title>Seo sem crise parte 2 &#8211; Meta tags: Keywords</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[keywords]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto anterior sobre SEO, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords. Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento: &#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre meta tags?&#8221; Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o texto anterior<a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank"> sobre SEO</a>, vamos falar neste post a respeito das Meta Keywords.</p>
<p>Se você não é desenvolvedor deve se perguntar nesse momento:</p>
<p>&#8220;- Eu não sou desenvolvedor, devo me perguntar nesse momento se preciso mesmo saber sobre <strong>meta tags</strong>?&#8221;</p>
<p>Bom, sim e não.  Você não precisa necessariamente saber onde aplica-las no código, mas tem que saber como funcionam e para que servem pois pode existir um campo específico para isso no seu publicador.</p>
<p>Existem algumas dúzias de meta tags que se pode usar no código mas, uma vez que a proposta é não sair do básico do SEO, vamos falar somente das mais importantes nessa série de textos. Aliás, vamos falar uma coisa que pouca gente aborda em textos sobre SEO: em geral as pessoas dão enfase à aplicação, enquanto aqui pretendo falar o real porquê  de usa-las de forma x ou y.<br />
<span id="more-263"></span></p>
<h2>Palavras Chave &#8211; Keyword</h2>
<p>As <strong>keywords </strong>são declaradas no topo das páginas e servem basicamente para enfatizar para nossos amigos buscadores sobre o que estamos falando no nosso texto. Há muitos e muitos anos, quando as estrelas eram jovens e Yahoo e Cadê já eram antigos, elas foram o principal campo de consulta dos robots de pesquisa. No código aparecem similar a isto aqui, dentro das tag de head:</p>
<pre class="brush: html">

&lt;meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;festa,sandices,quadrinhos&quot; /&gt;
</pre>
<p>A relevância das palavras chave não é mais tão importante quanto já foi por causa dos espertinhos da Web: o camarada ia lá nas keywords dele e lançava &#8220;<a href="http://contigo.abril.com.br/busca/resp_busca4.shtml?qu=sabrina+sato&amp;search-submit=Ok" target="_blank">Sabrina Sato</a> pelada, putaria, bunda&#8221;.  Daí o buscador ia lá todo feliz fazer a classificação e entregava o resultado pro usuário e, este último, frustrado, descobria que o texto era sobre coleções de selos do século 20 ao invés da referida moça desnuda.  Quem perdia credibilidade nessa história? O buscador, é claro.</p>
<h2>Mas aí? Vale a pena usar?</h2>
<p>Mas mesmo com essa falta de crédito, o uso bem feito de keywords pode ajudar um pouco na relevância da sua página. Tenha em mente que as palavras usadas nas keywords devem estar contidas no texto, se possível mais de uma vez ou, se não for o caso, ser um sinônimo ou estar estritamente correlacionada ao assunto em questão. Mesmo que você monte um set de palavras que pareçam favorecer o texto, tenha em mente que a má escolha delas pode detonar o seu posicionamento no buscador &#8211; logo, se não tiver certeza que aquelas são as melhores escolhas, <strong>PREFIRA NÃO USAR NENHUMA KEYWORD</strong>. Keywords que não tenham nenhuma ou que tenham pouca conexão com o texto prejudicam ao invés de ajudar.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> você escreveu um texto sobre <strong>sorvete de jaca </strong>e em algum momento disse &#8220;seria legal que a Kibon lançasse o sorvete de jaca&#8221;.  &#8220;<strong>Sorvete</strong>&#8221; e &#8220;<strong>jaca</strong>&#8221; seriam palavras importantes como keyword, já <strong>Kibon</strong>, sendo citado uma única vez no texto e sem nenhuma informação relevante além da menção,  se usada como palavra chave seria a âncora que afundaria tua página por posições e mais posições &#8211; afinal, você disse pro buscador que seu texto era relevante sobre isso, ele acreditou, e te classificou na seção &#8220;textos relevantes da kibon&#8221; e não no &#8220;textos relevantes sobre sorvete de jaca&#8221;, que era seu assunto principal.</p>
<h2>Reciclagem de keywords pode?</h2>
<p>&#8220;-Entendi, <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">tio Vespa</a>. Posso então escolher as mesmas 5 keywords fodonas e pô-las em todo meu sáite?&#8221;</p>
<p>NÃO!<strong> Keywords repetidas em várias páginas é como dizer que todo seu site é uma imensa redundância</strong>, mesmo que isso não seja verdade. Se o site não tem uma forma rápida de &#8220;taguear&#8221; todas as páginas, use a regra do não usar nada ou aplique palavras chave apenas no que for conteúdo novo. Você pode usar a mesma palavra várias vezes, mas nunca no mesmo conjunto. Se numa pagina você usou &#8220;água, fogo, terra&#8221; na próxima poderia usar &#8220;água, fogo, ar&#8221; que não teria problema &#8211; mas nunca &#8220;água, fogo, terra&#8221; pra duas ou mais.</p>
<p>Outro ponto importante é a quantidade de keywords usadas, evite usar mais do que 5. Muitas keywords poluem o código e caem na regra que citei no texto anterior, &#8220;se todo mundo é especial então ninguém é especial&#8221;, mandando a relevância pro brejo.</p>
<p>Alguns sistemas, em especial blogs, tem aproveitado a capacidade de gerar tags dos publicadores para reaproveitar o tagueamento nas Keywords. Já vi gente que defende que essa reciclagem não é boa &#8211; buscadores são entidades ariscas e não gostam de redundância, ainda mais se for na mesma página. Eu discordo disso por um fato muito simples: keywords são palavras texto, simples, separados por vírgula, enquanto as tags são as mesmas palavras mas com um fatorzinho diferente: elas estão linkadas, logo não estão totalmente redundantes, estão complementando informação já citada &#8211; então acredito que não seja algo realmente prejudicial, embora acredite que seja melhor variar um pouco a informação de uma e de outra por questão de aumentar abrangência.</p>
<p>Bom, creio que a respeito de Keywords é o que há de principal a se falar. No próximo episódio falaremos a respeito de meta description. Até!</p>
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		<title>Torne seu site acessível para cegos</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/torne-seu-site-acessivel-para-cegos/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[javascript]]></category>
		<category><![CDATA[microformat]]></category>
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		<description><![CDATA[Um breve resumo com principais práticas para melhorar a acessibilidade de seu site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar preciso dar uma explicação: por que dizemos &#8220;cegos&#8221; e  não &#8220;deficientes visuais&#8221;, como manda o politicamente correto? Este  texto tratará de sites para pessoas totalmente desprovidas de visão ou  que estejam num nível comprometido demais desse sentido para usar a  internet da forma convencional.</p>
<p>A palavra &#8220;Deficiente  visual&#8221; é abrangente demais &#8211; podemos falar de daltônicos, míopes (que é  meu caso, por exemplo), hipermétropes, fotofóbicos e etc, e não é  objetivo falar sobre tudo isso nesse artigo. Logo, acho que usar a  palavra &#8220;cego&#8221; (que não vejo por onde possa ser ofensiva) define muito  bem o tipo de usuário com o qual estamos preocupados.</p>
<p>Por  que essa preocupação? Veja bem, isso não é &#8220;bondade&#8221;, diria até que está  mais para uma obrigação. Além, é claro, de permitir igual acesso ao  máximo de pessoas possível, lembre-se que é mais um recurso que pode  aumentar o número de usuários e, por consequência, fideliza-los.<span id="more-217"></span></p>
<h3>Internet acessível</h3>
<p>Há  toda uma gama de recursos atualmente que auxiliam pessoas com  necessidades especiais a ter acesso à internet. Estes aparatos podem  variar de simples varinha para auxiliar pessoas com movimentos restritos  até complexos hardwares para cegos-surdos que convertem textos para  braile.</p>
<p>No caso específico dos cegos, o recurso mais comum é  o Screen Reader &#8211; que nada mais é do que um programa que converte  palavras para áudio. Infelizmente, segundo um <a title="WebAIM: Web Accessibility In Mind" href="http://www.webaim.org/intro/video.php" target="_blank">vídeo no  Webaim</a>, percebe-se a grande  maioria dos websites não é escrito de forma que possa ser facilmente  compreendido por estas ferramentas.</p>
<h3>Acessibilidade: por onde começar?</h3>
<p>Acima  de tudo, acessibilidade tem em seu princípio a regra de ouro de  qualquer programa ou aplicação web, a regra KISS! (Keep it simple,  stupid! &#8211; ou em tradução livre &#8220;mantenha isso simples, estúpido!&#8221;).  Quanto mais robusto e simples o seu código, melhor a qualidade do texto  &#8220;narrado&#8221; pelo Screen Reader. Evite usar scripts complexos no corpo da  página, gambiarras que sujem o código (em especial POGs de crossbrowser)  e atributos desnecessários.</p>
<h3>Seu site precisa ser navegável via teclado</h3>
<p>Um  cego nunca usará o mouse para navegar uma vez que ele não teria como  saber onde posicionar o cursor, o que o  obriga a navegar basicamente  usando o TAB e enter do teclado. Pode parecer estúpido citar isso aqui  uma vez que, à primeira vista, parece  um pensamento óbvio &#8211; mas é fato que são poucos os desenvolvedores e  designers param e pensam a respeito das implicações que isso traz para a  interface, tanto no design quanto na construção html/css.</p>
<h3>Linearidade</h3>
<p>Quando  construir a página certifique-se que todo o conteúdo está disposto de  forma linear, de forma que com o css desabilitado o texto esteja  sequencial. Muitas vezes, por questão de facilitar o alinhamento  crossbrowser, é comum inverter dois boxes de posição e ajusta-los via  css. Isso faz com que o  Screen Reader leia boxes de forma invertida  também.</p>
<p>O melhor teste para ver se a linearidade está  correta é desabilitar o css do Browser e checar como  o texto se alinha  na página &#8211; o ideal é que os boxes fiquem um abaixo do outro.</p>
<h3>Vá  direto ao ponto</h3>
<p>Esta é a coisa mais simples que  pessoas poderiam fazer para melhorar a acessibilidade de um site e que  infelizmente não é difundida o suficiente: ao montar a página coloque no  topo um link &#8220;ir direto para o conteúdo&#8221; e linka-lo à uma ancora no  ponto que o texto começa. Este link não necessariamente precisa ter  visual, ele pode ser escondido de forma que só é acessivel pelo screen  reader. Dica: eu não tenho certeza se os screen readers mais modernos  entendem quando o bloco está com &#8220;display:none&#8221;, então, por via das  dúvidas, uma sugestão de código para esconder este link é o seguinte:</p>
<pre class="brush: css">
.escondeLink {

position:  absolute;

display:block;

margin-top:  -4000px;

}
</pre>
<p>Repare  que desta forma você não &#8220;apagou&#8221; o link da página, somente tirou-o da  área visual do browser.</p>
<p>O ideal para aplicação desta  ancora é que ela esteja logo após a abertura da tag BODY. Um exemplo de  como deve ser usado pode ser visto no próprio <a href="http://www.webaim.org/" target="_blank">http://www.webaim.org</a> .</p>
<p>Outra  preocupação para não ter problema com os robôs do google, é fazer uma  indicação explícita que esses links não devem ser indexados, já que as  âncoras podem ser interpretadas como uma nova URL:</p>
<pre class="brush: html">
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://afronteirafinal.com#conteudo&quot;&gt;
A Fronteira Final
&lt;/a&gt;
</pre>
<h3>Cuidado com chamadas nos links e comandos JavaScript</h3>
<p>Esta  regra é similar à aplicada a SEO: evite criar links que não deixem claro seu destino. Evite ao  máximo &#8220;clicando aqui&#8221;, &#8220;clique&#8221;, etc.</p>
<p>Sempre dê  preferência por ser específico, usando coisas como por exemplo &#8220;<a href="http://www.afronteirafinal.com/" target="_blank">Conheça o site A  Fronteira Final</a>&#8221; à &#8220;Conheça o site a fronteira Final <a href="http://www.afronteirafinal.com/" target="_blank">clicando</a><a href="http://www.afronteirafinal.com/" target="_blank"> aq</a><a href="http://www.afronteirafinal.com/" target="_blank">ui</a>&#8220;. Cegos e  buscadores agradecerão por este simples cuidado.</p>
<p>Outra  coisa a respeito dos links é que eles TEM QUE APONTAR PARA ALGUM LUGAR.  Evite chamar funções javascript nos links pois isso tende a confundir os  Screen Readers e outros softwares de interpretação. E lembrando:  dependendo da forma como o comando JS responde, pode ser que ele iniba a  navegação via teclado.</p>
<h3>Efeitos  OnMouseOver e OnMouseOut</h3>
<p>Só para enfatizar o tópico  anterior, eventos relacionados a ações do mouse estão entre os grandes  vilões da acessibilidade. Tenha sempre em mente que estes dois comandos  ou qualquer outro evento relacionado diretamente à captura de mouse  devem ser descartados se afetarem a navegação via teclado ou  proporcionarem qualquer tipo de informação que só possa ser assimilada  de forma visual.</p>
<h3>Alt nas imagens</h3>
<p>Outra regrinha que também vale  para SEO: sempre coloque a descrição correta nas imagens do seu site de  forma clara e concisa. Escrever &#8220;Circo&#8221; ao invés de &#8220;Foto do Cirque du  Soleil em apresentação no Morumbi&#8221; é algo que pode fazer muita diferença  quando você não tem a referência visual.</p>
<h3>Cor/imagem como informação</h3>
<p>Evite  ao máximo usar qualquer informação que dependa de cor, imagem ou  animação para compreensão plena do texto. Se não houver como escapar,  tente criar algum recurso textual (alt, legenda, um parágrafo falando o  que é o signo acima) que amenize ao máximo este problema. Tente usar  este tipo de recurso apenas no ambito da estética.</p>
<h3>Tabelas e formatos especiais</h3>
<p>Evite  a todo custo tabelas complexas. O Screen Reader vai tentar le-la da esquerda para a  direita, ficando difícil de compreender o tipo de conteúdo que ela  contém.</p>
<p>Outro cuidado é com formatos diferenciado como os  Microformatos. Pode usar sem medo, desde que os <a href="../microformats/" target="_blank">Mic</a><a href="../microformats/" target="_blank">roformatos  sejam aplicados de forma correta</a>.</p>
<p>Tabelas, quando  necessárias, devem ser escrita  de <a href="http://www.w3.org/TR/WCAG10-HTML-TECHS/#data-tables" target="_blank">forma  semanticamente correta</a> para que o Screen Reader, evitando qualquer  confusão para a interpretação de Screen Readers ou qualquer outro  recurso. Veja o exemplo abaixo:</p>
<pre class="brush: html">
&lt;table&gt;&lt;caption&gt;texto&lt;/caption&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tfoot&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tfoot&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt; texto&lt;/th&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;texto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
</pre>
<p>Outro formato que merece cuidado é o <a href="http://www.w3.org/TR/WCAG10-HTML-TECHS/#forms" target="_blank">formulário</a>, que  deve ter todos os campos, labels  e teclas de acesso nos lugares corretos.</p>
<pre class="brush: html">

&lt;form id=&quot;form&quot; method=&quot;post&quot; action=&quot;#&quot;&gt;
&lt;fieldset&gt;

&lt;legend&gt;Dados pessoais&lt;/legend&gt;
&lt;label for=&quot;nome&quot;&gt;Nome&lt;/label&gt;
&lt;input id=&quot;nome&quot; name=&quot;nome&quot; type=&quot;text&quot; title=&quot;Nome&quot; alt=&quot;Nome&quot; tabindex=&quot;1&quot; accesskey=&quot;n&quot; /&gt;
&lt;label for=&quot;email&quot;&gt;E-mail&lt;/label&gt;
&lt;input id=&quot;email&quot; name=&quot;email&quot; type=&quot;text&quot; title=&quot;E-mail&quot; alt=&quot;E-mail&quot; tabindex=&quot;2&quot; accesskey=&quot;e&quot; /&gt;
&lt;/fieldset&gt;
&lt;fieldset&gt;

&lt;legend&gt;Destinatário&lt;/legend&gt;
&lt;label for=&quot;departamento&quot;&gt;Selecione o departamento&lt;/label&gt;
&lt;select id=&quot;departamento&quot; name=&quot;departamento&quot; title=&quot;Departamento&quot; tabindex=&quot;3&quot;&gt;
&lt;optgroup label=&quot;Departamento 01&quot;&gt;
&lt;option value=&quot;nomefunc01&quot; title=&quot;Nome do funcionário 01&quot;&gt;Nome do funcionário 01&lt;/option&gt;
&lt;option value=&quot;nomefunc02&quot; title=&quot;Nome do funcionário 02&quot;&gt;Nome do funcionário 02&lt;/option&gt;
&lt;/optgroup&gt;

&lt;optgroup label=&quot;Departamento 02&quot;&gt;
&lt;option value=&quot;nomefunc01&quot; title=&quot;Nome do funcionário 01&quot;&gt;Nome do funcionário 01&lt;/option&gt;
&lt;option value=&quot;nomefunc02&quot; title=&quot;Nome do funcionário 02&quot;&gt;Nome do funcionário 02&lt;/option&gt;
&lt;/optgroup&gt;
&lt;/select&gt;
&lt;/fieldset&gt;
&lt;fieldset&gt;
&lt;legend&gt;Mensagem&lt;/legend&gt;

&lt;label for=&quot;mensagem&quot;&gt;Escreva sua mensagem&lt;/label&gt;
&lt;textarea id=&quot;mensagem&quot; name=&quot;mensagem&quot; cols=&quot;100&quot; rows=&quot;10&quot; title=&quot;Escreva sua mensagem&quot; tabindex=&quot;4&quot; accesskey=&quot;m&quot;&gt;&lt;/textarea&gt;
&lt;input id=&quot;enviar&quot; name=&quot;enviar&quot; type=&quot;submit&quot; value=&quot;Enviar&quot; title=&quot;Enviar&quot; alt=&quot;Enviar&quot; tabindex=&quot;5&quot; accesskey=&quot;s&quot; /&gt;
&lt;/fieldset&gt;
&lt;/form&gt;
</pre>
<h3>Para saber mais</h3>
<p>Seguindo  essas regras simples a qualidade do seu site aumentará bastante mas,  como em tudo que se relaciona com internet, é um assunto &#8220;saco sem  fundo&#8221;, daqueles que quanto mais você estuda mais tem a estudar. Alguns  sites para procurar mais informação à respeito:</p>
<p><a href="http://www.webaim.org/" target="_blank">http://www.webaim.org/</a> &#8211; citado duas vezes no texto, é uma organização focada em  acessibilidade e possuí material vastíssimo sobre o assunto.</p>
<p><a href="http://brasilmedia.com/Acessibilidade-na-Web.html" target="_blank">http://brasilmedia.com/Acessibilidade-na-Web.html</a> &#8211; A Brasil Média pegou parte do material do Webaim  e verteu para o português.</p>
<p><a href="http://www.acessibilidadelegal.com/" target="_blank">http://www.acessibilidadelegal.com/</a> Um bom site em português também, mas  este com produção própria de artigos. Vai um pouco mais fundo nos  tópicos levantados neste artigo.</p>
<p><a href="http://www.w3c.br/index-3dez-1.htm#conteudo" target="_blank">http://www.w3c.br/index-3dez-1.htm</a> &#8211; Quer entender como um cego navega? A W3C lançou um hotsite que simula  esta experiência.</p>
<p><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/12814" target="_blank">http://imasters.uol.com.br/artigo/12814</a> &#8211; Ótimo artigo de Horácio Soares sobre como realizar os testes de  usabilidade, com  vários links e referências de programas, validadores e  sites com orientações valiosas.</p>
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		<title>Microformats</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Hiroshi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Microformats é um conceito de padronização para elementos comuns existentes na maioria dos websites (como informações de contato, eventos, tags, resenhas, etc) usando nada mais que a própria sintaxe XHTML para tanto, sem scripts ou arquivos anexos. A idéia central deste conceito é gerar <a title="meta-dados" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Metadata" target="_blank">meta-dados</a> a partir da própria formatação tornando os textos mais ricos em informação &#8211; sem que isso altere em nada a vida do usuário comum. Basicamente, as informações extras atribuidas são colocadas como classes CSS, na tag REL e na tag TITLE, tendo interferência praticamente nula no resultado visual. Entre muitas,  algumas vantagens dos Microformats são:</p>
<p><span id="more-47"></span></p>
<p><strong>Padronização para elementos comuns em sites</strong></p>
<p>Qual a vantagem real disso? Um desenvolvedor esperto perceberá que, usando ou criando os devidos plugins, a extração e conversão de dados para qualquer formato em uma página é muito mais fácil. Um exemplo interessante disso é o <a title="hCard" href="http://microformats.org/wiki/hCard" target="_blank">hCard</a>, que permite puxar e exportar dados cadastrais ou eventos em um formato reconhecível por qualquer gerenciador de e-mails  (seja online, seja um outlook da vida).  Num futuro pode-se até pensar em browsers que já venham com funções nativas voltadas que use este tipo de recurso, valendo-se de <a title="API" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/API" target="_blank">API</a>s como o <a title="Google Maps" href="http://maps.google.com/" target="_blank">Google Maps</a> ou o <a title="Yahoo Maps" href="http://maps.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo Maps</a>, por exemplo.</p>
<p>E claro, como toda padronização, ela auxilia na usabilidade,  pois facilita a vida de vários &#8220;interpretadores&#8221; (screen readers, browsers, aplicativo Air, etc) na forma de usar a informação fornecida.</p>
<p><strong>Melhora na qualidade para indexadores de busca</strong></p>
<p>Não encontramos dados do quanto de relevância os buscadores estão a dar para os microformats, embora tanto o <a title="Google" href="http://www.google.com/" target="_blank">Google</a> quanto <a title="Yahoo" href="http://www.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo</a> já tenham anunciado suporte. De qualquer forma, o fato dos algorítimos de busca interpretarem qualquer coisa como texto (mesmo que sejam tags), já indica que os microformatos por si só são &#8220;alimentadores de relevância&#8221; por natureza.</p>
<p>Um exemplo que pode ser visto é este:  quando realizamos uma <a title="busca" href="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" target="_blank">esta busca</a> no Google, um dos resultados apresentados (o terceiro, logo abaixo do título) já possui quantidade total de reviews a respeito do estabelecimento procurado.  Isto é possível graças ao <a href="http://microformats.org/wiki/hreview" target="_blank">hReview</a> que, como o proprio nome sugere, serve para destacar uma opinião sobre um produto, serviço ou quaquer outra coisa.</p>
<p><strong>Humanamente &#8220;entendível&#8221;</strong></p>
<p>Ao contrário de outros formatos de proposta similar, os microformats tem como conceito ser primeiro compreensível por seres humanos e somente depois por máquinas.  A sintaxe é muito mais intuitiva, mais simples de compreender e memorizar. Acredito que essa é de longe sua principal vantagem sobre o <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a>, por exemplo, que não só é um código mais complexo como ainda por cima possui uma série de padrões diferenciados. Outra vantagem sobre <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> é que os microformatos permitem ao desenvolvedor a escrever BEM menos código, mantendo uma sintaxe simples, limpa e totalmente intelígivel para qualquer outra pessoa que mexa no código depois &#8211; mesmo que não familiarizada com estas definições (no futuro pretendemos entrar novamente no assunto <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> x microformatos, agora não é o momento).</p>
<p><strong>Aplicável ao HTML 5, XHTML 2</strong></p>
<p>As próximas versões de HTML e XHTML tem, entre outras propostas, aplicar para a web do futuro o conceito de <a title="Web Semântica" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_Web" target="_blank">Web Semântica</a> (aquela história de que toda informação deve ser um &#8216;pacote completo&#8217; de dados e referências, manja?), o que vai suprir parte da necessidades propostas pelos Microformats. Embora muita gente já esteja usando estas definições, a web ainda não está pronta para lidar com eles &#8211; Por que não usar os microformatos, que não impactarão em absolutamente nada na codificação e já são aceitos e usados? Ele não conflitará em absolutamente nada com HTML 5 ou XHTML 2 e, de lambuja, ainda ajudará os buscadores a indexar e classificar seu site de forma bastante precisa.</p>
<p><strong>Problemas com microformats</strong></p>
<p>Em 2008 a <a title="BBC" href="http://www.bbc.co.uk/" target="_blank">BBC</a> renunciou ao uso dos microformatos por conta do formato <a title="hCalendar" href="http://microformats.org/wiki/hcalendar" target="_blank">hCalendar</a>. Este formato cria um problema de acessibilidade por usar a tag <a title="abbr" href="http://www.w3schools.com/TAGS/tag_abbr.asp" target="_blank">abbr</a> como marcador e não como uma abreviação propriamente, o que confunde boa parte dos screen readers. Num contexto normal, ela seria usada assim:</p>
<pre>&lt;abbr title="Organização Mundial de Saúde"&gt;O.M.S&lt;/abbr&gt;</pre>
<p>Um screen reader habilitado para ler siglas por extenso leria este trecho como &#8220;Organização Mundial de Saúde&#8221;.</p>
<p>No caso do <a title="hCalendar" href="http://microformats.org/wiki/hcalendar" target="_blank">hCalendar</a>, a tag é usada da seguinte forma:</p>
<pre>&lt;abbr title="20070312T1700-06"&gt;March 12, 2007 at 5 PM&lt;/abbr&gt;</pre>
<p>O screen reader não leria como data,  mas sim  &#8220;Vinte milhões, sete mil e trezentos e 12 TÊ mil e setecentos traço zero seis&#8221;.  Já existe um fix para isso sugerido pela própria Microformats.org (que são os pais da criança), <a title="usar span no lugar de abbr" href="http://microformats.org/wiki/abbr-design-pattern#Accessibility_issues" target="_blank">usar span no lugar de abbr</a>.</p>
<p>Até onde testamos e pesquisamos este foi a única problema registrado. Usamos o <a title="FANGs" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" target="_blank">FANGs</a> para emular a acessibilidade para deficientes visuais.</p>
<p><strong>Mas é só isso?</strong></p>
<p>Por enquanto sim. O assunto é extenso demais para ser tratado num único post &#8211; num futuro não muito distante voltaremos a ele e nos aprofundaremos em pontos mais específicos. Enquanto isso não ocorre, a lista abaixo fornece uma bela gama de coisas para brincar. Divirta-se!</p>
<p><strong>Microformatos &#8211; Referências</strong></p>
<p><a title="http://microformats.org" href="http://microformats.org" target="_blank">http://microformats.org</a> &#8211; site oficial do projeto. Todas referências, exemplos, geradores automáticos, wiki e lista de discussão estão lá.</p>
<p><a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat</a> &#8211; tópico na wikipédia, a informação técnica resumida.</p>
<p><a title="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106" target="_blank">https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106</a> &#8211; Operator, ADD-on do firefox que detecta e importa dados de microformatos. Tem alguns problemas ainda, mas já dá uma bela visão de usos.</p>
<p><a title="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" target="_blank">https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402</a> &#8211; FANGS: um emulador de screen reader. Infelizmente, após a atualização do Firefox para a versão 3.5 ele perde a compatibilidade. Espero que resolvam logo este problema, estava usando-o para uma pesquisa de acessibilidade.</p>
<p><a title="http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/" href="http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/" target="_blank">http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/</a> &#8211; Artigo que aprofunda-se um pouco na discussão a respeito do formato <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> vs Microformats.</p>
<p><a title="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html" href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html" target="_blank">http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html</a> &#8211; mostra a implementação feita pelo google para o formato hReview</p>
<p><a title="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" href="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" target="_blank">http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ</a> &#8211; Link para a busca com o resultado do google.</p>
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