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Responsive Website: O que é isso e Como usar?
Tags:iPad, iphone, layouts flexíveis, mobile site, responsive, responsive images, web design, website
Nos dias de hoje quase todos os novos clientes querem uma versão mobile do seu site. E para isso é preciso antes de tudo: uma design para o BlackBerry, outro para o iPhone, outro iPad, Netbook, Kindle – e todas resoluções tela devem ser compatíveis. Nos próximos cinco anos, vamos provavelmente precisar de design adicional para as próximas invenções. E quando irá parar esta loucura? A resposta é nunca!
Na campo do web design e desenvolvimento, estamos rapidamente chegando ao ponto de ser incapaz de prosseguir com as resoluções infinitas e novos dispositivos. Para muitos websites, foi criando uma versão website para cada resolução e novo dispositivo seria impossível, ou pelo menos impraticável. Devemos apenas sofrer as conseqüências de perder visitantes de um dispositivo? Ou existe outra opção? mais…
iPad: estamos usando direito?
Tirando o pó do blog…
Resolvi escrever algumas impressões a respeito de iPad por dois motivos: primeiro por recentemente ter visto uma palestra a respeito de como os designers gráficos estão migrando as revistas impressas para suas versões online. O segundo motivo foi o bem humorado artigo do amigo Rogério Fratin sobre a não-exploração dos recursos do iPad enquanto plataforma, tornando este meio algo só um pouquinho mais sofisticado que qualquer dispositivo que tenha um Adobe Reader instalado – só que muito mais caro.
De cara já quero por em xeque a afirmação que vi em alguns lugares dizendo que o iPad é o substituto do notebook/desktop: isso é besteira da grossa, se considerarmos todos os contextos. Um tablet tem tudo para substituir um notebook no caso do usuário comum, aquele sujeito que usa seu computador para apresentar um PPT, jogar, ler emails e usar algumas funções organizacionais (como agendas ou acompanhamento de dados interfaceados), enquanto o notebook continuará encarregado de tudo isso (com uma experiência de usuário mais simples) mais a realização de tarefas que exijam maior complexidade, como tratar imagens, diagramar, programar, gerar wireframes, ilustrar, gerenciar sistemas de interfaces mais complexas ou via terminal, etc.
Mas não é este meu ponto ainda.
Como qualquer outra mídia nova, as pessoas responsáveis pela gênese dos que será divulgado a partir dela usam o mesmo processo de sempre: usam como base algo que já existia, até que a novidade comece a criar sua própria identidade – foi assim a transição do jornal impresso pro rádio, do rádio pra TV, da TV/Rádio/impresso para os videogames e computadores e todas derivações e variações em torno destas mídias. mais…


