<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>A fronteira final &#187; meta-dados</title>
	<atom:link href="http://afronteirafinal.com/tag/meta-dados/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://afronteirafinal.com</link>
	<description>Audaciosamente indo onde nenhum dev jamais esteve</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Dec 2011 15:52:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>SEO Sem Crise – Parte 4 – Relevância por links</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-%e2%80%93-parte-4-%e2%80%93-relevancia-por-links/</link>
		<comments>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-%e2%80%93-parte-4-%e2%80%93-relevancia-por-links/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[Relevância link]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://afronteirafinal.com/?p=381</guid>
		<description><![CDATA[Só pra recapitular: Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre o que é SEO. Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as Meta Keywords . No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com Meta Description e o motivo de te-la bem feita. Nesta parte, a última desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra recapitular:</p>
<p>Na primeira parte dei uma visão simples e geral sobre <a title="O que é SEO?" href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-uma-visao-simples-e-rapida/" target="_blank">o que é SEO</a>.</p>
<p>Na segunda, falei sobre o que é e pra que servem as <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/" target="_blank">Meta Keywords</a> .</p>
<p>No terceira, o por quê de ainda preocupar-se com <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/" target="_blank">Meta Description</a> e o motivo de te-la bem feita.</p>
<p>Nesta parte, a última desta sequência, vou explicar como pode-se &#8220;pegar carona&#8221; na relevância de outros sites através de links.</p>
<h2>Aumentando a relevância por links</h2>
<p>Daí o cidadão vai lá e pergunta como fazer o texto dele &#8220;subir no <a href="http://google.com" target="_blank">Google</a>&#8221; e, alguém com um pouco mais de manha, sugere para selecionar as palavras chaves e nomes e linkar para sites externos. O cidadão olha torto e solta os cães, dizendo coisas como &#8220;que absurdo, colocar links para sites externos, isso vai tirar os leitores do nosso site e mimimi mimimim mimimim mimimim mimimimimi&#8221;.</p>
<p><span id="more-381"></span></p>
<p>Sim, eu já ouvi isso&#8230;</p>
<p>Em primeiro lugar, ponto de vista humano: as pessoas vão dar é muito mais valor para os textos do site pelo simples fato que a informação oferecida é mais completa &#8211; e se o site não tem em si mesmo a informação, o autor aponta, sem medo, pra algum outro que a tenha.</p>
<p>Segundo lugar, ponto de vista dos Search Engines: nossos camaradas buscadores aumentarão a sua importância em muito pelo mesmíssimo motivo citado no primeiro lugar. A lógica é: quanto mais referência para outras páginas/sites com assuntos relacionados, maior a chance do usuário encontrar um conteúdo satisfatório. Levando em conta que os buscadores tem os dados de relevância das páginas que você referenciou de seu texto, quanto maior a qualidade do link dado maior será a relevância emprestada para o seu texto. Entedeu?</p>
<p>Vamos a um exemplo prático que o <a href="http://twitter.com/alxpborges" target="_self">Alex Borges </a>me indicou: se voce digitar &#8220;Restaurante Italiano&#8221; no Google hoje, 4 de agosto de 2010, o primeiro resultado será <a href="http://www.emsampa.com.br/r_11.htm" target="_blank">http://www.emsampa.com.br/r_11.htm</a>.</p>
<p>Pelas regras básicas que o SEO sugere, veremos de cara 3 erros graves:</p>
<ul>
<li><strong>Erro 1</strong> : URL com link bizarro, que não quer dizer absolutamente nada, ao invés de uma url amigável;</li>
<li><strong>Erro 2</strong>:  Código &#8220;sujo&#8221; e confuso, inteiro feito em tabela, provavelmente feito com editor visual mal-configurado;</li>
<li><strong>Erro 3:</strong> Número de meta keywords muito alto.</li>
</ul>
<p>&#8230; E por aí vai.  Tem mais erros, mas estes já deveriam ser suficientes pra mandar o link lá pra nona página &#8211; mas isso não acontece, ele está em primeiro. Como? Sequer as palavras &#8220;Restaurante&#8221; e &#8220;Italiano&#8221; é repetida muitas vezes, qual o segredo pra justo este link estar no topo?</p>
<p>O motivo mais provável é que, pelo fato desta página ter um índice imenso de links para diversos sites de restaurantes italianos, possivelmente com a grande maioria com um pagerank razoável, isso é o suficiente para que o buscador acredite que é uma fonte confiável para a referência &#8220;restaurante italiano&#8221;.</p>
<p>Em outros casos você poderia, por exemplo, citar uma empresa e linkar diretamente para o site dela &#8211; especialmente se o site em questão vier em primeiro no resultado. Em geral, se o site-referência for muito ruim ou inexistente, você ainda pode apelar para a Wikipedia, que é sempre uma ótima saída para este fim.</p>
<p>Bom, acredito que seguindo estes passo, já é possível melhorar e muito a relação com os buscadores. Obvio que é mais extenso que isso e, por conta das regras mudarem todo dia, dá pra pirar muito mais dentro deste assunto.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO">SEO na Wikipedia</a> &#8211; história, teoria e mais algumas regras básicas.</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/" target="_blank">Blog oficial do Google</a> &#8211; melhor referência de todas para aprofundar-se no assunto. Se qualquer regra muda, se há alguma boa prática a ser seguida, certamente sairá aqui.</p>
<p><a href="https://www.google.com/webmasters/tools/" target="_blank">Google Webmaster Tools</a> &#8211; Ferramentas para verificar qualidade de conteúdo do ponto de vista do buscador, diagnósticos de meta tags redundantes, etc.</p>
<p><a href="https://siteexplorer.search.yahoo.com/" target="_self">Yahoo Site Explorer</a> &#8211; mesma pegada do link anterior, mas nas regras do Yahoo.</p>
<p><a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> &#8211; Mas e aí, as pessoas procuram mais pela palavra &#8220;Carro&#8221; ou por &#8220;Automóvel&#8221;? Qual delas trará mais acessos? O Google Trends te ajuda com isso.</p>
<p><a href="http://www.mestreseo.com.br/artigos-seo" target="_blank">Artigos Mestre SEO </a>- particularmente eu não gosto muito deste site, por vezes tenho a impressão que muito do material é só reescrito de tempos em tempos com palavras diferentes, tornando-o um pouco redundante &#8211; mas eu sou chato pra cacete com algumas coisas, então pode ser só cisma minha. De qualquer forma, mesmo com o porém que eu falei, tem bastante coisa legal e vale a consulta para tirar dúvidas.</p>
<p>E este é o final desta série, senhoras, senhores e crianças. Quem quiser debater o assunto pode entrar em contato comigo pelo próprio blog ou pelo <a href="http://twitter.com/dvespa" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-%e2%80%93-parte-4-%e2%80%93-relevancia-por-links/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SEO Sem Crise &#8211; Parte 3 &#8211; Meta Description</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/</link>
		<comments>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D. Vespa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://afronteirafinal.com/?p=373</guid>
		<description><![CDATA[Como escrever uma meta description adequada, qual o tamanho ideal e como isso melhora o SEO da página]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando ao assunto de SEO, depois de um loooongo tempo&#8230;</p>
<p>Vamos falar um pouquinho mais de meta-tags, mais especificamente da meta description.</p>
<h2>Meta Description</h2>
<p>O nome é auto-explicativo: é uma descrição do texto que segue, enfatizando os principais pontos. Deve ser o mais resumido possível afim de evitar penalização (algo em torno de 150 caracteres) e deve ir, como as outras metas, dentro da tag head.<span id="more-373"></span></p>
<pre class="brush: php">&lt;meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Um bom exemplo de meta descrição resume bem o conteúdo do texto, enfatizando os principais tópicos&quot; /&gt;</pre>
</pre>
<p>Três pontos a frisar:</p>
<p>1) Muita gente usa como texto de descrição os primeiros X caracteres ou mesmo o primeiro parágrafo inteiro do texto no body. Isso NÃO é legal pois corre-se risco de ser penalizado pelo buscador - como disse no texto anterior sobre <a href="http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-2-meta-tags-keywords/">Keywords</a>, buscadores não gostam de "ecos" dentro da página, lembram?</p>
<p>2) Assim como as Keywords, não use descrições repetidas em todas as páginas. Novamente, se não for possível criar as descrições de forma individual, prefira não usar nenhuma deixando toda a relevância por conta do texto contido no body (afinal, também como nas Keywords, uma description redundante ou que tenha qualquer espécie de conflito de informação com o texto pode vir a trazer muito mais prejuízo do que ajuda).</p>
<p>3) Oriente os responsáveis pelos textos a escrever esta síntese "com amor". Quando a description existe na página, o buscador a usará para gerar o resultado de busca - ou seja, podemos dizer que ela tornar-se-á o cartão de visitas do texto e, quanto melhor escrito/resumido, mais convidativo ao clique será ao nosso amigo usuário.</p>
<h2>Mas e aí, quão importante é isso?</h2>
<p>Depende do ponto de vista. Como dito em outros textos, tudo o que mais importa para os buscadores hoje em dia encontra-se no BODY do texto, e os demais requisitos até servem pra incrementar (urls amigáveis, microformatos, meta-tags, robots.txt, etc) mas, de um modo geral, é a qualidade da sua informação que fará a diferença.</p>
<p>O próximo texto e último dessa série (o que não quer dizer que eu não vá voltar ao assunto) falarei um pouco a respeito do que é essa qualidade de informação, e como qualidade pode ser "emprestada" ou repassada.</p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://afronteirafinal.com/seo-sem-crise-parte-3-meta-description/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Microformats</title>
		<link>http://afronteirafinal.com/microformats/</link>
		<comments>http://afronteirafinal.com/microformats/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Hiroshi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hiro]]></category>
		<category><![CDATA[Renato]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa]]></category>
		<category><![CDATA[css]]></category>
		<category><![CDATA[hcalendar]]></category>
		<category><![CDATA[hcard]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[meta-dados]]></category>
		<category><![CDATA[microformat]]></category>
		<category><![CDATA[RDFa]]></category>
		<category><![CDATA[semântica web]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://afronteirafinal.com/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[Microformats é um conceito de padronização para elementos comuns existentes na maioria dos websites (como informações de contato, eventos, tags, resenhas, etc) usando nada mais que a própria sintaxe XHTML para tanto, sem scripts ou arquivos anexos. A idéia central deste conceito é gerar meta-dados a partir da própria formatação tornando os textos mais ricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Microformats é um conceito de padronização para elementos comuns existentes na maioria dos websites (como informações de contato, eventos, tags, resenhas, etc) usando nada mais que a própria sintaxe XHTML para tanto, sem scripts ou arquivos anexos. A idéia central deste conceito é gerar <a title="meta-dados" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Metadata" target="_blank">meta-dados</a> a partir da própria formatação tornando os textos mais ricos em informação &#8211; sem que isso altere em nada a vida do usuário comum. Basicamente, as informações extras atribuidas são colocadas como classes CSS, na tag REL e na tag TITLE, tendo interferência praticamente nula no resultado visual. Entre muitas,  algumas vantagens dos Microformats são:</p>
<p><span id="more-47"></span></p>
<p><strong>Padronização para elementos comuns em sites</strong></p>
<p>Qual a vantagem real disso? Um desenvolvedor esperto perceberá que, usando ou criando os devidos plugins, a extração e conversão de dados para qualquer formato em uma página é muito mais fácil. Um exemplo interessante disso é o <a title="hCard" href="http://microformats.org/wiki/hCard" target="_blank">hCard</a>, que permite puxar e exportar dados cadastrais ou eventos em um formato reconhecível por qualquer gerenciador de e-mails  (seja online, seja um outlook da vida).  Num futuro pode-se até pensar em browsers que já venham com funções nativas voltadas que use este tipo de recurso, valendo-se de <a title="API" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/API" target="_blank">API</a>s como o <a title="Google Maps" href="http://maps.google.com/" target="_blank">Google Maps</a> ou o <a title="Yahoo Maps" href="http://maps.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo Maps</a>, por exemplo.</p>
<p>E claro, como toda padronização, ela auxilia na usabilidade,  pois facilita a vida de vários &#8220;interpretadores&#8221; (screen readers, browsers, aplicativo Air, etc) na forma de usar a informação fornecida.</p>
<p><strong>Melhora na qualidade para indexadores de busca</strong></p>
<p>Não encontramos dados do quanto de relevância os buscadores estão a dar para os microformats, embora tanto o <a title="Google" href="http://www.google.com/" target="_blank">Google</a> quanto <a title="Yahoo" href="http://www.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo</a> já tenham anunciado suporte. De qualquer forma, o fato dos algorítimos de busca interpretarem qualquer coisa como texto (mesmo que sejam tags), já indica que os microformatos por si só são &#8220;alimentadores de relevância&#8221; por natureza.</p>
<p>Um exemplo que pode ser visto é este:  quando realizamos uma <a title="busca" href="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" target="_blank">esta busca</a> no Google, um dos resultados apresentados (o terceiro, logo abaixo do título) já possui quantidade total de reviews a respeito do estabelecimento procurado.  Isto é possível graças ao <a href="http://microformats.org/wiki/hreview" target="_blank">hReview</a> que, como o proprio nome sugere, serve para destacar uma opinião sobre um produto, serviço ou quaquer outra coisa.</p>
<p><strong>Humanamente &#8220;entendível&#8221;</strong></p>
<p>Ao contrário de outros formatos de proposta similar, os microformats tem como conceito ser primeiro compreensível por seres humanos e somente depois por máquinas.  A sintaxe é muito mais intuitiva, mais simples de compreender e memorizar. Acredito que essa é de longe sua principal vantagem sobre o <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a>, por exemplo, que não só é um código mais complexo como ainda por cima possui uma série de padrões diferenciados. Outra vantagem sobre <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> é que os microformatos permitem ao desenvolvedor a escrever BEM menos código, mantendo uma sintaxe simples, limpa e totalmente intelígivel para qualquer outra pessoa que mexa no código depois &#8211; mesmo que não familiarizada com estas definições (no futuro pretendemos entrar novamente no assunto <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> x microformatos, agora não é o momento).</p>
<p><strong>Aplicável ao HTML 5, XHTML 2</strong></p>
<p>As próximas versões de HTML e XHTML tem, entre outras propostas, aplicar para a web do futuro o conceito de <a title="Web Semântica" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_Web" target="_blank">Web Semântica</a> (aquela história de que toda informação deve ser um &#8216;pacote completo&#8217; de dados e referências, manja?), o que vai suprir parte da necessidades propostas pelos Microformats. Embora muita gente já esteja usando estas definições, a web ainda não está pronta para lidar com eles &#8211; Por que não usar os microformatos, que não impactarão em absolutamente nada na codificação e já são aceitos e usados? Ele não conflitará em absolutamente nada com HTML 5 ou XHTML 2 e, de lambuja, ainda ajudará os buscadores a indexar e classificar seu site de forma bastante precisa.</p>
<p><strong>Problemas com microformats</strong></p>
<p>Em 2008 a <a title="BBC" href="http://www.bbc.co.uk/" target="_blank">BBC</a> renunciou ao uso dos microformatos por conta do formato <a title="hCalendar" href="http://microformats.org/wiki/hcalendar" target="_blank">hCalendar</a>. Este formato cria um problema de acessibilidade por usar a tag <a title="abbr" href="http://www.w3schools.com/TAGS/tag_abbr.asp" target="_blank">abbr</a> como marcador e não como uma abreviação propriamente, o que confunde boa parte dos screen readers. Num contexto normal, ela seria usada assim:</p>
<pre>&lt;abbr title="Organização Mundial de Saúde"&gt;O.M.S&lt;/abbr&gt;</pre>
<p>Um screen reader habilitado para ler siglas por extenso leria este trecho como &#8220;Organização Mundial de Saúde&#8221;.</p>
<p>No caso do <a title="hCalendar" href="http://microformats.org/wiki/hcalendar" target="_blank">hCalendar</a>, a tag é usada da seguinte forma:</p>
<pre>&lt;abbr title="20070312T1700-06"&gt;March 12, 2007 at 5 PM&lt;/abbr&gt;</pre>
<p>O screen reader não leria como data,  mas sim  &#8220;Vinte milhões, sete mil e trezentos e 12 TÊ mil e setecentos traço zero seis&#8221;.  Já existe um fix para isso sugerido pela própria Microformats.org (que são os pais da criança), <a title="usar span no lugar de abbr" href="http://microformats.org/wiki/abbr-design-pattern#Accessibility_issues" target="_blank">usar span no lugar de abbr</a>.</p>
<p>Até onde testamos e pesquisamos este foi a única problema registrado. Usamos o <a title="FANGs" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" target="_blank">FANGs</a> para emular a acessibilidade para deficientes visuais.</p>
<p><strong>Mas é só isso?</strong></p>
<p>Por enquanto sim. O assunto é extenso demais para ser tratado num único post &#8211; num futuro não muito distante voltaremos a ele e nos aprofundaremos em pontos mais específicos. Enquanto isso não ocorre, a lista abaixo fornece uma bela gama de coisas para brincar. Divirta-se!</p>
<p><strong>Microformatos &#8211; Referências</strong></p>
<p><a title="http://microformats.org" href="http://microformats.org" target="_blank">http://microformats.org</a> &#8211; site oficial do projeto. Todas referências, exemplos, geradores automáticos, wiki e lista de discussão estão lá.</p>
<p><a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Microformat</a> &#8211; tópico na wikipédia, a informação técnica resumida.</p>
<p><a title="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106" target="_blank">https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4106</a> &#8211; Operator, ADD-on do firefox que detecta e importa dados de microformatos. Tem alguns problemas ainda, mas já dá uma bela visão de usos.</p>
<p><a title="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402" target="_blank">https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/402</a> &#8211; FANGS: um emulador de screen reader. Infelizmente, após a atualização do Firefox para a versão 3.5 ele perde a compatibilidade. Espero que resolvam logo este problema, estava usando-o para uma pesquisa de acessibilidade.</p>
<p><a title="http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/" href="http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/" target="_blank">http://www.semanticfocus.com/blog/entry/title/microformats-vs-rdf-how-microformats-relate-to-the-semantic-web/</a> &#8211; Artigo que aprofunda-se um pouco na discussão a respeito do formato <a title="RDFa" href="http://www.w3.org/TR/xhtml-rdfa-primer/" target="_blank">RDFa</a> vs Microformats.</p>
<p><a title="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html" href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html" target="_blank">http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html</a> &#8211; mostra a implementação feita pelo google para o formato hReview</p>
<p><a title="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" href="http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ" target="_blank">http://www.google.com/search?q=Drooling+Dog+BarBQ</a> &#8211; Link para a busca com o resultado do google.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://afronteirafinal.com/microformats/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

